20 de janeiro de 2017

Percebi que desde julho do ano passado eu não escrevia sobre séries no blog, fazia muito tempo que eu as tinha substituido por filmes, então aproveitei o final do ano para fazer mais maratonas que sua mente ocupada pode aguentar, assistir series da netflix é super amor pois elas já são lançadas com todos os episodios,e quando você vai perceber ja assistiu 10 temporadas e nem viu mais a luz do sol, hahaha
Eu decidi hoje postar apenas 5 das ultimas séries que assisti, mas acredite, ainda tenho bem mais para postar, mas vou postando ao longo dos dias de 5 em 5, vamos as de hoje:




GLITCH

Glitch é uma série da BBC Austrália (sim, a mesma que cancelou a perfeita Miss Fisher's Murder Mysteries) e estreou a primeira temporada em 2015, com seis episódios. Ela deve retornar para uma segunda temporada, em parceria com a netflix, em 2017.

A série conta sobre um curioso caso na cidade ficticia de Yoorana, na Austrália. Em uma noite qualquer o policial James Hayes é enviado até o cemitério da cidade para investigar uma denuncia sobre perturbações por ali. Ao chegar no local ele se depara com 3 pessoas nuas e cobertas de terra, que parecem não saber seus nomes ou qualquer coisa a respeito de suas histórias.

Com a ajuda da médica local, dra. Elisha, eles levam todas as pessoas de volta para a clínica enquanto tentam entender o que aconteceu. Um surto psicótico devido a alguma droga? Eles estavam bêbados? Apenas arruaceiros? Mas todas as teorias caem por terra quando James encontra, entre os resgatados por Elisha, sua esposa Kate.

Kate, que havia falecido há dois anos devido a um câncer.

O que parecia absurdo demais para ser verdade acabasse provando real: todas as pessoas reunidas naquela sala retornaram dos mortos. Seus corpos intactos, como nos momentos que precederam suas mortes. Todos eles viveram ou foram enterrados em Yoorana entre 150 e 2 anos atrás. Enquanto tentam descobrir o que está acontecendo, deparam-se com a realidade de que essas pessoas estão presas a cidade e agora eles precisam descobrir o que vai acontecer.

Quanto tempo eles possuem, agora que retornaram? Essa é uma segunda chance? Eles estão ali para acertar alguma pendencia com seus passados?

A medida em que os dias passam, as pessoas vão lembrando-se de suas vidas e constituindo tudo que levou aos momentos finais, buscando encontrar paz com os acontecimentos.

Como toda produção da BBC, Glitch recebeu ótimas críticas e chegou a ser comparada com a francesa Les Revenants. A principio, quando assisti ao primeiro episódio, fiquei um pouco saturada com o drama entre James e Kate e Sarah (a nova esposa dele) então acabei deixando a série de lado. Mas quando vi que eram apenas seis episódios voltei para o segundo e então não parei.

Tirando o drama do triangulo amoroso, que me chateou bastante, temos vários outros personagens que retornaram com histórias interessantíssimas e muito a oferecer -- especialmente na segunda temporada. Charlie e Kirstie são dois personagens que formam meu brotp nessa série. Enquanto Maria está obcecada em descobrir o que aconteceu com a família e John Doe não consegue lembrar nada a respeito de sua vida, Chalie e Kirstie estão sozinhos e sem pistas, mas naturalmente convergem uma para o outro em busca de apoio e compreensão, o que é adorável.

Também temos Patrick, que parece lidar super bem com seu retorno, clamando que busca por restituição e retribuição, e cuja história desenvolvesse a cada episódio com um twist melhor do que o outro.

Controle Remoto: Glitch

E no meio de todas essas descobertas e do não saber, eles precisam lidar com um policial que está incansavelmente atrás deles, com motivos escusos e estranhos, mas não vai parar tão cedo.

Fiquei bastante chateada por ter apenas seis episódios, porque quando eu estava realmente fisgada a temporada acabou, mas estou ansiosa pela próxima e espero encontrar algumas conclusões para Charlie e Kirstie, bem como para Elisha e John.

É uma boa série, que pode valer um bom sábado ou domingo no sofá na companhia de pipoca e netflix!


Van Helsing

Sangue, tripas e atuações caricatas são a regra principal atração do seriado. Nos três clipes exibidos no painel, os inimigos de Vanessa Helsing não tinham nada do charme característico das criaturas. Todos os vampiros daqui são como zumbis, humanos cheios de machucados no rosto, sangue nas roupas e olhos mortos. A diferença principal está na inteligência, pois todos eles falam e agem com consciência, apesar da sede por sangue.

A ideia de tratar os monstros sem a elegância clássica foi uma escolha estratégica. "Queremos passar a sensação de que eles são humanos com uma doença e queremos mostrar como o vampirismo seria na vida real", disse o roteirista Simon Barry. Algo muito parecido é feito em The Strain, do FX, produzida por Guillermo Del Toro, só que menos ridícula. Isso, claro, sem mencionar a diferença de protagonistas: Van Helsing se foca apenas em Vanessa, enquanto Strain conta a história de um grupo de sobreviventes.

Ainda assim, a cafonice não é o problema de Van Helsing, mas sim o quão genérica a produção parece. Os vídeos mostrados soaram até amadores, principalmente o primeiro trailer, que mostrou uma colagem de imagens desconexas e não finalizadas ao som de Imagine Dragonsb.

Como ponto positivo, Kelly Overton parece incorporar bem o papel da heroína que não entende os próprios poderes - a principal inspiração dela foi Sigourney Weaver em Alien, só a citação já é um bom sinal. Nesta encarnação, Van Helsing é uma moça que acorda em um futuro pos-apocalíptico com a Terra tomada por vampiros - ao invés de caçá-los logo de cara, ela percebe que as criaturas morrem ao mordê-la.

Fonte: https://omelete.uol.com.br/series-tv/artigo/van-helsing-com-vampiros-zumbis-serie-de-tv-nao-esconde-vocacao-para-o-exagero/

Por muitas vezes eu jurei estar assistindo a uma versão do the walking dead com protagonista feminino, e com vampiros ao invés de  zumbis, muitas coisas são iguais e é um banho de sangue bem apelativo com todos os personagens "da moda" das series de "terror/horror" mas dá pra assistir com atenção ^^

The Oa

A moça tenta pular de uma ponte; é impedida e levada para o hospital, onde é identificada como Prairie Johnson, desaparecida há mais de sete anos. Prairie chama a si própria de O.A. (e vai demorar até você entender o que isso significa). Diz que não estava tentando se suicidar, mas sim voltar para o lugar de onde veio. Tem cicatrizes estranhas nas costas, não quer comentar nada a respeito do período do seu sequestro com os pais adotivos nem com o FBI – e, o mais estranho, tendo sido cega desde a infância, agora enxerga normalmente. Exceto no sentido figurado: Prairie tem uma visão peculiar do mundo. Fala de coisas aparentemente viajandonas, como um certo “eu invisível”, e faz um esforço calculado para não se ajustar à vida na casa dos pais. Estes, um casal já meio idoso (Alice Krige e Scott Wilson, o Hershel de The Walking Dead) que adotou Prairie quando ela tinha seus 7 anos, parecem estar de coração partido. Prairie desde cedo manifestou problemas mentais – alucinações e desconexão com a realidade, segundo os psiquiatras –, e no entender dos pais está agora em um novo surto psicótico. Mas será mesmo? Não será possível que Prairie tenha algo de especial que nunca foi compreendido?

Uma dúvida, quando bem sustentada e com os dois lados da questão igualmente bem defendidos, pode ser um fio condutor poderoso para uma série. E esse é um requisito que The O.A., da Netflix, cumpre com honras: criada e escrita por por Zal Batmanglij e Brit Marling (que interpreta Prairie), The O.A. mais convincente se torna quanto mais viaja na maionese, porque mais possíveis parecem as suas alternativas – a loucura e a explicação, digamos, metafísica. Prairie diz ter uma missão urgente a cumprir, e recruta cinco voluntários para ajudá-la (no quê? Eles não sabem). Todas as noites, em uma casa cuja construção foi abandonada, ela se reúne com essas pessoas tristes, problemáticas ou desconfortáveis que encontraram o apelo dela no YouTube. Quatro são adolescentes da escola local – um rapaz com sérios problemas de agressividade, um aluno exemplar que tem uma vida familiar terrível, um garoto transsexual e um menino órfão. A última a se juntar ao grupo é uma professora de meia-idade derrotada e solitária, que está em luto pelo irmão gêmeo (Phyllis Smith, de The Office, maravilhosa). Sentados num meio-círculo, à luz de velas, eles ouvem Prairie contar sua história (seja ela real ou imaginada), desde seu nascimento na Rússia até os anos passados no seu estranhíssimo cativeiro, sob as ordens de um autoproclamado cientista que tem obsessão por experiências de quase-morte (Jason Isaacs).

Seja como a manifestação dolorosa de um transtorno mental, seja como uma realidade alternativa possível, a história de Prairie é fascinante. É, acima de tudo, tão cheia de lances inesperados, de guinadas imprevistas e de mudanças de marcha, que é impraticável ao espectador adivinhar para onde ele está sendo levado. De episódio em episódio (são oito, e ainda não há garantia de uma segunda temporada), Zal e Brit esticam os limites da credulidade do público até o ponto da provocação. Eu nunca acreditei que engoliria uma trama em que uma coreografia com cara de exercício de expressão corporal de grupo de teatro da faculdade tem um papel preponderante. Mas engoli, e em dado momento positivamente me arrepiei com a coisa.

Brit Marling ficou conhecida como atriz/roteirista com uma ficção científica curiosa, A Outra Terra (2011), na qual – como diz o título – o planeta ganha um duplo visível nos céus, uma ocorrência que afeta profundamente a vida de todos. No mesmo ano, ela começou a parceria com Zal Batmanglij, no longa A Seita Misteriosa. A colaboração prosseguiu com O Sistema (2013) antes de desaguar nesta síntese de temas recorrentes no trabalho de um e de outro: pessoas que voluntária ou involuntariamente têm um “eu” alternativo, gente que acredita ter experiências com dimensões além das conhecidas, a lógica própria do pensamento místico e a força propulsiva que ele pode adquirir – e a perplexidade e/ou hostilidade que essas crenças excêntricas provocam em quem toma contato com elas.

Como atriz, Brit é sem dúvida a melhor pessoa para vender com veracidade essa tensão entre o racional e o aparentemente insensato. Em The O.A., Prairie é ao mesmo tempo de uma fragilidade penosa e de um carisma febril; ela acredita com tanta convicção no que diz que os seus cinco acólitos – e possivelmente o espectador – acabam acreditando também, com fervor. E ajuda muito, também, que ela e Batmanglij sejam roteiristas tão dedicados. Em episódios que às vezes duram até 70 minutos, e outras vezes mal passam dos 30 minutos, eles desenvolvem criteriosamente cada um dos personagens, sem se alongar, mas com mira certeira para o que importa saber sobre cada um deles.

E aí vem a controvérsia do desfecho: nos últimos 15 minutos do último episódio, a coisa toma um rumo que a) alguns acham atordoante b) outros acham decepcionante. Eu fico no primeiro grupo. Mas, para ganhar o direito de decidir, você tem antes que deixar que os 7 primeiros episódios e ¾ cheguem até você, no ritmo deles, e com tudo que eles têm de insólito.

Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/isabela-boscov/the-o-a/


BONES

A série "Bones" gira em torno da Dra. Temperance Brennan, uma exímia antropóloga forense que trabalha no Instituto Jeffersonian e cujo passatempo é escrever romances policiais. Ela é chamada para ajudar nas investigações policiais de assassinato sempre que não é possível identificar a vítima pelos métodos tradicionais, seja porque o corpo está decomposto, foi carbonizado ou está totalmente desfigurado. O talento e a experiência de Brennan recaem em sua grande habilidade de desvendar as pistas ocultas que se escondem por trás do cadáver e/ou ossada das vitimas

Bones é a lendária  série/; Costumava amar mas está tão longa que já perdeu o propósito, No começo eu amava acompanhar os episódios, que eram bem cientificos e trazia todo dia um crime novo para ser resolvido, e um pouco da vida pessoal de cada personagem, acontece que a serie foi mudando de foco, e foi mais para a vida pessoal d cada membro do jeffersonia, alguns casos tornaram-se extensos e repetitivos, e estava virando uma novela mexicana cheio de vilões que jamais morriam e brigas de romance, ela tem sua ultima temporada este ano, e digo que é a melhor coisa para preservar minhas boas lembrancas da série.


 BATES MOTEL

Bates Motel é uma série americana de 2013, exibida pelo canal A&E (no Brasil pela Universal Channel e, brevemente, pela Record) e que está atualmente em sua terceira temporada e já foi renovada para a quarta e a quinta. Foi criada por Carlton Cuse (Lost, The Returned, The Strain), Anthony Cipriano e Kerry Ehrin (Friday Night Lights).

A série serve como uma espécie de prólogo para a história do filme Psicose, de 1960, dirigido por Alfred Hitchcock (Pássaros, Janela Indiscreta) e baseado no livro de Robert Bloch. Ela segue as vidas de Norman Bates (Freddie Highmore, de A Fantástica Fábrica de Chocolates) e sua mãe Norma (Vera Farmiga, de Invocação do Mal), que acabaram de se mudar para a cidade fictícia de White Pine Bay, no Oregon, para recomeçar suas vidas (Uma réplica do cenário original do Motel do filme original foi construída nas locações de filmagem da série). Cada temporada possui 10 episódios de aproximadamente 50 minutos cada.

A série começa com Norman e Norma chegando na cidade, após comprarem um motel á beira da estrada, depois da morte trágica do pai de Norman. O garoto começa a frequentar o colégio e faz amizade com Bradley Martin (Nicola Peltz, de Transformers), saindo com ela para passear pela cidade, enquanto o antigo dono do motel resolve fazer uma visita para sua mãe Norma. As coisas saem do controle e mãe e filho acabam com um corpo para esconder (Não é spoiler, sério. Acontece tudo isso só no episódio piloto). Um pouco depois eles recebem a visita do Xerife Romero (Nestor Carbonell, da série Lost) e do Investigador Shelby (Mike Vogel da série Under the Dome), que parecem estar suspeitando de alguma coisa.

Norma emprega Emma Decody (Olivia Cooke, de Ouija) no motel, colega de classe de Norman que possui Fibrose Cística (uma doença hereditária que não possui cura) e tem uma leve quedinha por ele. Conhecemos também Dylan Massett (Max Thieriot, de Operação Babá), meio-irmão de Norman, fruto de um (complicadíssimo) relacionamento anterior de Norma.

Enquanto tentam se livrar desse problema inicial, Norman encontra um caderno com ilustrações de mulheres asiáticas amarradas e em posições eróticas, e nós descobrimos que as fontes de renda da cidade envolvem tráfico de drogas e de escravas sexuais. Além disso, descobrimos que ele tem apagões momentâneos, situações onde ele faz ou fala coisas e logo depois não consegue se lembrar. Esse é um ponto muito importante na trama.

A segunda temporada, que foi ao ar em 2014, começa quatro meses depois dos acontecimentos da primeira. O motel está indo de vento em popa, porém a construção de um novo desvio na estrada fará com que a estrada onde o motel fica seja inutilizada quase que totalmente, deixando o motel basicamente isolado. O irmão de Norma, Caleb (Kenny Johnson, da série The Shield), reaparece, deixando Norma completamente descontrolada com as lembranças de seu misterioso e triste passado. Norman arruma uma namorada, Cody Brennan (Paloma Kwiatkowski, de Percy Jackson), uma menina rebelde e problemática, que toma conhecimento dos apagões de Norman e insiste para que ele converse com sua mãe e descubra o que acontece quando ele “apaga”.

É nessa temporada que vemos melhor o negócio de drogas da cidade, que movimenta basicamente todo o lucro existente, e a guerra do poder que ela esconde. Dylan se encontra no olho do furacão, já que está trabalhando em um dos campos de cultivo de maconha, e acaba se envolvendo mais do que gostaria. Norman acaba sendo sequestrado, e durante o cativeiro se lembra de algo que fez enquanto estava tendo um de seus apagões. Mais para frente entendemos que, na verdade, todos os atos de Norman durante seus “blackouts” são justificados pela “presença” de Norma, que o encoraja e diz que assumirá toda a culpa por ele, e que todas as coisas que ele fez, foram o certo. Começamos então a entender a magnitude dos problemas mentais de Norman.

A terceira temporada, que foi exibida esse ano, se passa depois das férias de verão. Norman começa a estudar em casa, pois está tendo constantes alucinações, com sua saúde mental se deteriorando rapidamente. Norma se aproxima mais de seu outro filho Dylan, criando uma aliança com ele, já que os dois compartilham a preocupação com a sanidade de Norman. Isso faz com que Norman tenha crises de ciúme extremas, acusando os dois de esconderem coisas dele. Cada vez mais fica clara a necessidade de ajuda profissional, mas Norma continua se enganando;

Uma hóspede do motel recebe vários tiros, e antes de morrer entrega a Norma um pendrive que possui importantes informações sobre pessoas importantes da cidade, e pede que ela faça justiça. Norma começa a ser perseguida por pessoas tentando reaver o pendrive, e tenta barganhar com elas, mas o tiro acaba saindo pela culatra. Temendo que algo aconteça com ela ou com seus filhos, ela pede a ajuda do Xerife Romero, que promete tomar conta dos problemas dela. Aos poucos ele vai percebendo que Norma parece estar se aproveitando da amizade deles para acobertar seus erros, sem oferecer nada em troca além de mentiras.

A saúde de Emma está piorando cada vez mais, e seus pulmões irão em breve parar de funcionar. Sua única chance é fazer um transplante, e enquanto ela espera, decide que deve viver a vida de forma plena. Vemos muitos conflitos entre ela e seu pai, Will (interpretado na primeira temporada por Ian Hard, de Harry Potter e a Pedra Filosofal, e na terceira por Andrew Howard, de Doce Vingança), que teme pela sua saúde e sofre por não poder fazer a doação necessária para que sua filha passe para o começo da fila do transplante.

Nos últimos episódios, vemos um Norman completamente transtornado, que decide fugir de sua casa e de sua mãe, mas no meio do caminho sofre mais um apagão e “assume” a personalidade de sua mãe, numa cena chocante e completamente inesperada. O Season Finale termina com a certeza de que a próxima temporada será muito mais sombria do que todas as anteriores.

Bates Motel é uma série maravilhosa. Tentei fazer uma breve sinopse sem revelar nenhum spoiler importante, pois as coisas se amarram de um jeito tão legal entre as temporadas, que qualquer coisa que eu poderia falar, estragaria a graça das próximas. Coisas que aconteceram na metade final da primeira temporada ainda assombram a família Bates na terceira, até porque o período de tempo decorrido é bem curto. Acho que é uma homenagem muito legal ao livro e ao filme. É um passado novo para os personagens originais e uma forma interessante de “saber” mais sobre a vida de Norman Bates (que teve como inspiração o serial killer Ed Gein), antes que ele se tornasse o assassino louco que nós conhecemos. É interessante ver a relação que ele mantém com sua mãe, uma relação quase que incestuosa (extremamente acentuada na terceira temporada) e completamente ditada pelas regras de Norma, uma mulher manipuladora, perfeccionista e que faz de tudo para proteger seu filho.

O figurino e a ambientação da série são bem interessantes. Nos primeiros minutos você tem a impressão de que está assistindo a uma série de época, devido aos vestidos rodados de Norma, as calças sociais de Norman, ao corte de cabelo dos dois, ao carro antigo e a casa e motel que eles compraram. Foi só quando apareceu um iPhone da tela que eu pensei “não, pera… como assim?”. Ao meu ver, foi uma forma muito boa de fazer uma ligação entre o filme original dos anos 60 e os tempos modernos, o que acaba deixando a série com uma sensação de que ela é atemporal.

Mas não tem como falar em Bates Motel sem citar as magníficas atuações. São muitos atores de peso, mas com certeza os que se destacam são os dois principais: Vera Farmiga e Freddie Highmore. Vera é incrível, sempre gostei muito da atuação dela, mas não paro de me surpreender a cada cena que vejo. Principalmente nas dramáticas, onde quase dá pra sentir a dor que a personagem parece estar sentindo, ao se ver incapaz de resolver seus problemas. Já Freddie conseguiu com maestria abandonar seu status de ator mirim, mergulhando de cabeça no papel de Norman. As cenas onde Norman sofre apagões são bizarramente assustadoras, assim como seus sorrisos macabros. A expressão corporal dele, como se estivesse inseguro dentro de seu próprio corpo, e a expressão facial, demonstrando toda a confusão mental que existe dentro do personagem, são incríveis e só melhoram com o passar das temporadas (inclusive as semelhanças dele com o ator Anthony Perkins, o Norman Bates do filme original, são bem grandes. Imagino que Freddie tenha estudado bastante os seus trejeitos, para incorporá-los ao seu personagem).

Bates Motel é uma daquelas séries que você não consegue parar de assistir. Os episódios são bons do começo ao fim, não consigo me lembrar de um que tenha sido maçante ou que nada importante tenha acontecido. Espero que com a renovação para mais duas temporadas, ela não se estenda demais e acabe se perdendo. 5 temporadas faz dela a série mais longa já exibida pela A&E, então tomara que eles façam com que elas valham a pena!

Fonte: http://www.mundofreak.com.br/2015/08/03/recomendacao-bates-motel-o-passado-de-norman-bates/

É isso ai pessoal, e vcs, assistiram todas estas series?
até a proxima

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::Akasha Lincourt::

Akasha Lincourt... Taurina, Bipolar, 27 anos, sem enquadramento social, mas com ótimas lentes 50mm distorcidas ao invés de olhos. Apaixonada pela vida, pela arte, pela moda alternativa e pela estrada...

"VIVA RÁPIDO. MORRA JOVEM. SEJA SELVAGEM. E SE DIVIRTA!

Eu acredito no país que a América costumava ser. Acredito na pessoa que quero me tornar, acredito na liberdade da Estrada aberta. E meu lema é o mesmo de sempre. "Acredito na gentileza de estranhos. E quando estou em guerra comigo mesma – dirijo. Apenas dirijo."

Quem é você? Você está em contato com todas as suas fantasias mais sombrias? Você criou uma vida para si mesma onde é livre para experimentá-la?

Eu criei. Sou maluca pra caramba. Mas sou livre"

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