3 de outubro de 2015


Olá pessoal, mais um fim de semana chegando, e como já se tornou tradição, vim trazer dicas de 5 filmes assistidos por mim. O tema de hoje é filmes sobre drogas. Separei uma seleção dos filmes que mais gostei sobre drogas, todos com seu peso emocional e cenas chocantes, é muito interessante assistir sobre o lado degradante e osbscuro das drogas, sem demagogias ou coisas assim, então espero que vocês gostem
Vamos aos filmes de hoje:

1.CANDY

Este filme eu conheci a uns bons anos, quando decidi fazer uma maratona de filmes sobre drogas, foi sugestão do meu fornecedor de filmes, que ao me entregar disse: "Assista, e se não gostar, eu devolvo o seu dinheiro", realmente ele estava com a razão, candy tem várias cenas chocantes, uma bela fotografi e um enredo angustiante

O título e o cartaz deste filme pode enganar muita gente. Pode-se olhar para o cartaz e ver um sorridente e lindo casal apaixonado e achar que esta é apenas mais uma história de amor, mas isso significaria em um grande erro. Não que os dois não sejam um casal apaixonado, é só que esta história de amor está muito longe de ser linda e feliz. Talvez por isso seja um filme interessante.
O casal é Dan (Heath Ledger) e Candy (Abbie Cornish), dois jovens australianos viciados em heroína. O único interesse de Dan é poder manter os dois sempre altos, e nada além disso. O filme se divide em três capítulos: Paraíso, Terra e Inferno. Os personagens começam de um jeito e logo começam a "descer" até o inferno. Como é de se esperar, quanto mais descem mais eles sofrem. Pior é o vício e pior ainda se torna a maneira como eles vivem.
Não demora muito para Dan perceber que o vício crescente do casal tem um custo. Para um homem que não quer trabalhar, os custos se tornam cada vez mais difíceis de serem bancados. Apesar de conseguirem dinheiro por algum tempo com pequenos golpes e furtos, não demora muito para que Candy tenha que começar a se prostituir para conseguir dinheiro enquanto ele fica o tempo todo dentro de casa sem fazer nada.


Existe todo um mundo fora de suas vidas que eles mal fazem questão de fazer parte. Somente visitam esse mundo esporadicamente e por necessidade, geralmente para comprar comida ou comprar mais drogas. Provavelmente não sairiam para nada se pudessem. Algumas visitas aos pais de Candy lhes garante comida e às vezes algum dinheiro, enquanto visitas ao amigo mais velho Casper (Geoffrey Rush) rende heroína caseira feita por ele. Eles não tem outros amigos ou qualquer coisa parecida com isso, esse é todo o mundo que lhes interessa.
Filmes como esse tende a nos fazer lembrar de outros filmes, geralmente melhores, sobre o mesmo tema. Imediatamente me veio a cabeça Trainspotting, especialmente por conta da cena em que o casal passa por abstinência quando tentam se livrar das drogas. A cena já foi mostrada melhor, mas o diretor Neil Armfield tem um grande trunfo: seu casal protagonista. Ledger sempre teve uma grande capacidade de passar sentimentos para a platéia, aqui não foge do padrão mostrando sua dor. Se a cena não é muito inventiva, pelo menos não falta talento.
Não apenas para esta cena, mas por todo o filme. Ledger, não precisando disfarçar seu sotaque dessa vez, faz um personagem muito interessante. Ele é quase uma criança no corpo de um adulto. Quando pede dinheiro emprestado para os pais de Candy, parece um menino pedindo sua mesada para o pai. Além disso, há algo no seu olhar que impressiona, sempre vagando e nunca parecendo estar quieto. A surpresa do filme, porém, está na atuação de Cornish. Em nenhum momento ela fica de coadjuvante em cena e faz parte do filme tanto quanto ele.  Bem surpreendente.
Acredito que esses papéis são daquele que todos os atores clamam querer fazer. Papéis que surpreendam o público e que possam mostrar o quão talentosos eles realmente são, mas que depois que alcançam o sucesso poucos tenham coragem de realmente arriscar a fazer.

Fonte; http://resenhafilme.blogspot.com.br/2011/05/candy.html

2. SPUN


Spun é simplesmente um turbilhão de coisas acontecendo, acompanhando 3 dias do mundo louco de seus personagens viciados

Spun é um desses filmes que você acha por acaso anos depois do ano de lançamento, talvez pelo peso do filme, talvez porque a realidade que ele mostra é demais para os frágeis olhos dos humanos normais.

Filmes como Spun e o próprio Defendor do qual eu falei antes poderiam tranquilamente concorrer a alguns Oscars no lugar de vários filmes que já levaram algumas estatuetas e não mereciam. Porém ele é o tipo de filme que a "academia" não aprova, e ai você se pergunta "Mas o Oscar não é pra eleger o melhor?" e ai eu te digo "Depende, depende muito".

Ultimamente a "academia" tem sido mais tolerante, mais mente aberta (vide Guerra ao terror, Juno, Crash, District 9, Pequena Miss Sunshine...), só que mesmo assim Spun é o tipo de filme que não se enquadraria. Spun é sim mais pesado que Requiem for a Dream em diversos momentos, Spun é um Requiem enfatizado. Ele está inteiramente focado na cocaína e a cocaína é o seu personagem principal e os outros, secundários, são ótimos atores (Mickey Rourke, Mena Suvari, Brittany Murphy, John Liquizamo...) que fabricam, traficam, levam, trazem, cheiram, injetam o personagem principal


Spun é genial ao que se propõe (mostrar do início ao fim o caminho da droga e consequentemente o fim - literalmente - daqueles que a consomem, é um road movie sobre a cocaína) e deve ser assistido de forma descompromissada, sozinho e se mesmo assim quiser assistir acompanhado consiga apenas mais uma pessoa que você sabe que conseguirá acompanhar a linha de raciocínio e a loucura que é Spun.

Aprecie Spun, sua fotografia, seu roteiro, sua trilha sonora fantástica (a versão de Number of The Beast acima está na trilha), seus personagens caricatos, sua direção louca, sua realidade crua...

E ficadica crianças, não é preciso utilizar drogas para atingir pontos "críticos" de alegria, tristeza, excitação... Procure isso em si mesmo, procure isso no seu organismo, fabrique a loucura ou seja lá o que for que você precise, e aprecie (assim como o filme) com moderação.

fonte: http://receptaculocubicular.blogspot.com.br/2010/03/resenha-do-filme-spun.html

3. REQUIEM FOR A DREAM


Mias um filme de Leto aparecendo por aqui, dessa vez num sucesso cult que sem duvidas desta lista é meu favorito ganhando de desparar, tanto quanto pela sua fotografia quanto pela trilha sonora, e mostra não só o vicio em drogas ilegais, como também sobre o viio em dietas, tv e remedios receitados

Dirigido por Darren Aronofsky, Réquiem Para um Sonho, assim como seu filme anterior Pi, constitui-se de montagens de cenas extremamente curtas. Na média, um filme de cem minutos possui entre seiscentos a setecentos cortes, já  Réquiem apresenta mais de dois mil. Outro recurso usado é a divisão da tela.

As cenas intensas do filme são alternadas rapidamente e, acompanhadas por uma trilha sonora, ascendem intensamente. Após o clímax, há uma breve serenidade até o final, o qual retrata quatro vidas devastadas.

O filme é uma visão frenética, perturbada e única sobre pessoas que vivem em desespero e ao mesmo tempo cheio de sonhos. Harry Goldfarb (Jared Leto) e Marion Silver (Jennifer Connelly) formam um casal apaixonado, que tem como sonho montar um pequeno negócio e viverem felizes para sempre. Porém, ambos são viciados em drogas, o que faz com que repetidamente Harry penhore a televisão de sua mãe (Ellen Burstyn), para conseguir dinheiro, tendo sempre ao seu lado seu amigo Tyrone C. Love (Marlon Wayans), cujo sonho é escapar das ruas e deixar sua mãe orgulhosa. Os três, na tentativa de realizarem seus sonhos, se envolvem com narcotráfico. Já Sara, mãe de Harry, é viciada em assistir programas de TV. Até que um dia recebe um convite para participar do seu show favorito, o "Tappy Tibbons Show", que é transmitido para todo o país. Para poder vestir seu vestido predileto - o que não é pura predileção, o vestido assume uma simbologia maior sobre o sonho americano na vida desta personagem, pois foi este o vestido que ela usou na formatura de seu filho, o momento de mais orgulho de sua vida, e também era o vestido que seu finado marido mais gostava - Sara começa a tomar pílulas de emagrecimento receitadas por seu médico que nem sequer olha para a paciente. Aos poucos, Sara começa a tomar cada vez mais pílulas até se tornar uma viciada neste medicamento.


Com estrutura de fábula, o filme passa por três momentos, verão, outono e inverno, que mostram a queda em espiral do auge da felicidade e conquistas dos sonhos (verão) e chega na mais profunda devastação de suas almas (inverno). A sanidade de Sara se vai e ela acaba hospitalizada contra a vontade, onde ela passa por tratamento de choque. Harry e Tyrone viajam para a Flórida, acreditando poder recomeçar a vida lá, mas a condição cada vez pior do braço de Harry o força a ir ao hospital, onde eles são presos após o médico se espantar com o estado de seu braço e reconhecer a situação como típica de um viciado. Harry tem seu braço amputado. Tyrone precisa lidar com guardas racistas e hostis, trabalho forçado e abstinência das drogas sozinho. Marion vai se degradando em orgias em troca de heroína, enquanto Sara torna-se catatônica em um asilo para doentes mentais.

Mais do que um filme sobre drogas, a obra de Aronofsky trata sobre a obsessão da humanidade com a evasão e a necessidade de se preencher um vazio. Apesar do filme não tratar só a juventude, três dos quatro personagens centrais do filme (Harry, Marion, Tyrone) são jovens que querem elevar suas vidas a um outro significado que fuja da estrutura familiar social estadunidense que lhes é esmagadora, principalmente no caso de Marion, que vem de uma família rica cujos pais pagam seu apartamento e suas sessões de terapia, que ela abandona sem eles saberem. Numa fala do filme, quando perguntada por Harry porque não se dá bem com seus pais, Marion diz que não é o dinheiro que ela quer dos pais. A vida confortável que ela pode levar com os pais não é suficiente para encher o vazio existencial de seus sentimentos. A rebeldia desses personagens perante um mundo que não lhes pode ser completo os leva a sua destruição através de seus vícios.


Ainda que, com estrutura de fábula, como disse o próprio diretor, o filme possua uma “lição de moral”, este não chega a ser moralizante. É um ataque contras as drogas sem dúvida, mas é mais uma penetração nas profundezas das almas desses personagens, que fogem da realidade que não lhes pode ser saudável e entram na crença de seus delírios. Contudo a saída que escolhem – seus vícios - não é capaz de socorrê-los. Nem a realidade do sonho americano que o filme desfigura , nem o caminho pelos vícios é a solução. Nas palavras de Aronofsky, “as quatro personagens têm muitos sonhos e esperanças, mas a dureza de sua realidade os destrói devagar”[2].

Com uma direção excepcional e atuações brilhantes, principalmente de Ellen Burstyn, que concorreu ao Oscar de melhor atriz, o filme é uma análise “barra pesada” dos vícios, muito criativo e original. Infelizmente, a distribuidora errou em lançar no Brasil a versão cortada; nos EUA há outra melhor, sem censura, que passou nos cinemas e virou cult.

fonte: http://resenhas-rej.blogspot.com.br/2009/07/requiem-para-um-sonho.html

4. PÉSSIMOS HÁBITOS


Esse vai ser um dos filmes com a menor resenha postada nesse blog, o motivo é que se acha muita pouca coisa escrita sobre ele na internet, apesar de ser fácil achar links para assistir online. Ele é um daqueles filmes atemporais, que conta a historia de várias pessoas da mesma cidade, histórias que acabam se ligando uma por uma no final..
Recebi esse filme da mesma pessoa que me deu o candy, para aumentar minha coleção de filmes sobre drogas
vamos a sinopse:


Jovens moradores da pequena cidade de Athens, no estado americano do Arizona, apesar de residirem num local pacato, suas vidas não têm nada de tranqüilo, regadas a drogas, sexo, violência e pequenos crimes. Entretanto, o final deste dia reserva uma surpresa para eles, já que suas ações encontrarão conseqüências drásticas.

5. TRANSPOITTING


Trainspotting é um dos filmes que dispensam apresentações, simplesmente um ícone para o cineme junkie

"Trainspotting - Sem Limites" é um filme britânico de 1996, do gênero drama, dirigido por Danny Boyle e com roteiro baseado em livro homônimo do escritor Irvine Welsh. O filme conta a vida de um grupo de jovens viciados em heroína em Edimburgo, na Escócia. Num subúrbio de Edimburgo, quatro jovens sem perspectivas mergulham no submundo para manter seu vício pela heroína. "Amigos", que são ladrões e viciados, caminham inexoravelmente para o fim desta amizade e, simultaneamente (com exceção de um do bando), marcham para a auto-destruição.
Logo no início do filme “Trainspotting”, apresenta-se a fala de um personagem que diz: "escolha viver. Escolha um emprego. Escolha uma carreira, uma família. Escolha uma televisão enorme. Escolha lavadora, carro, CD Player e abridor de latas elétrico. Escolha saúde, colesterol baixo e plano dentário. Escolha viver. Mas por que eu iria querer isso? Escolhi não viver. Escolhi outra coisa. Os motivos? Não há motivos. Quem precisa de motivos quando tem heroína?”.


É com esse discurso inicial no filme que podemos perceber, também, a ideia da procura de controle e de algo padronizado sobre a vida. O costume de escolher carreira, família, carro etc., no discurso desse personagem, nos remete ao conceito de uma vida segura, estabilizada e previsível, onde tudo está no seu lugar. Fugir deste controle é entrar na angústia. Então, se faz necessário criar um sentido para a nossa existência para se combater o sem-sentido que gera a angústia. Nem que este sentido seja escolher um carro ou se tornar um consumidor alienado (DANTAS; SÁ; CARRETEIRO, 2009).
Através da ciência, no mundo contemporâneo, o homem procura dominar as circunstâncias da vida. Mas há um preço a se pagar por essas ilusões de controle e previsão, que é administrar a angústia no seu modo patológico de expressão, como as fobias, compulsões, estados de pânico e depressão. Então, o ser humano, na sua ilusão de controle sobre o devir, não aceita a angústia como sinalizadora da limitação da ciência e dos padrões sociais de uma vida, que tenta explicar os fenômenos da vida perdendo a angústia como espaço de reflexão privilegiado sobre a existência (DANTAS; SÁ; CARRETEIRO, 2009).



Assim, “em nosso contexto histórico, a angústia é, em geral, considerada uma condição patológica que deve ser ‘aliviada’ por terapias ou medicamentos. O bem-estar humano encontra-se, cada vez mais, dependente de saberes técnicos especializados” (DANTAS; SÁ; CARRETEIRO, pag. 7, 2009).
Mas o personagem do filme evidencia, desde o início, essa não-necessidade de viver uma vida padrão que tenta ter o controle sobre o devir, no entanto, para compensar a sua angústia de um mundo fora do modelo padrão, ele se envolve com as drogas, quando o mesmo diz: “[...] não há motivos. Quem precisa de motivos quando tem heroína?”. A heroína se torna em uma fuga. O que reafirma também a angústia como algo patológico. Assim, se a vida do ser humano perde o sentido, e a segurança sobre o devir se desfaz, ou seja, não há ninguém que lhe diga sobre o que seria a referência para viver, se tem então a necessidade de curar a angústia através de especialistas, combatê-la pelo envolvimento com as ocupações úteis ou se entregar as drogas. A angústia aponta para a dimensão trágica da existência, a fragilidade, vulnerabilidade e a finitude perante a vida, e isso as pessoas tendem em não reconhecer (DANTAS; SÁ; CARRETEIRO, 2009).
O sujeito que rompe com as familiaridades cotidianas, com os padrões, com as respostas científicas que passam segurança sobre o devir, mostra que o território da angústia é exatamente esta insuficiência de qualquer território antecipadamente formado ou explicado (DANTAS; SÁ; CARRETEIRO, 2009).
Se a proliferação de respostas científicas, religiosas, moralizantes e a padronização de uma vida segura não podem deter a devastação do mundo enquanto habitação existencial; se em algum momento o sujeito pode fugir destas respostas, dando a entender que elas não são o suficiente para suprir a falta que ele tem, é perceptível que a angústia é algo que nos é essencial e, sendo assim, assumirmos nossa singularidade é fundamental para que existam outros modos de experiência da angústia, outras formas de desvelamento do real (DANTAS; SÁ; CARRETEIRO, 2009).
Desse modo, o personagem do filme tenta sair dessa patologização da angústia como marcas recorrentes dos modos de produção de subjetividade na época contemporânea, mas, ao invés de saber lidar com a nova demanda, que é conseqüência de uma vida sem sentido por não ter mais aquela sociedade atual que lhe fornecia este sentido, o personagem se envolve com as drogas para suprir o seu sem-sentido da vida. Isso mostra o quanto a sociedade do consumo, da ciência e da moral, padronizou a subjetividade humana, lhe ensinando como ser feliz, ao invés do próprio sujeito aprender a lidar com a sua singularidade e ser feliz ao seu modo (DANTAS; SÁ; CARRETEIRO, 2009). trainspotting1.jpgAssim, percebe-se o papel essencial da angústia na dinâmica da singularização da existência humana e a importância da ciência apropria-se desta questão não como uma reforçadora de patologias, mas abrir espaço para os processos de singularização que a angústia pode propiciar, pois é preciso que se aproprie de outras possibilidades, para além das dadas pela ideia de patologizar a angústia. (DANTAS; SÁ; CARRETEIRO, 2009).



A angústia não pode ser vista como mero transtorno neuroquímico ou subjetivo a ser sanado por algum tratamento farmacológico ou psicoterápico adequado, mas como um espaço para uma nova formação do ser, já que a angústia pode ser uma possibilidade de uma experiência mais própria do existir enquanto ser-no-mundo. Aprender a lidar com ela é aprender a lidar com nosso existir e com tudo o que, a partir dele, nos vem ao encontro (DANTAS; SÁ; CARRETEIRO, 2009).
O que pode ser compreendido nesse contexto é que a vida é insegurança. A cada momento nos dirigimos para uma insegurança maior. É um apostar. Nunca se sabe o que vai acontecer. E é belo que nunca se saiba. Se fosse previsível, não valeria a pena viver a vida. Se tudo fosse como se gostaria que fosse e se tudo fosse uma certeza, não seriamos ser humano, seriamos uma máquina. Só existem certezas e seguranças para as máquinas.

Fonte: http://lounge.obviousmag.org/marcelo_vinicius/2013/02/reflexao-sobre-o-filme-trainspotting-e-a-patologizacao-da-angustia-no-mundo-contemporaneo.html#ixzz3m8T3fwN9

Bem, é isso ai pessoal, essas foram as dicas de hoje, lembrando que qualquer sugestão de fimes pode ser deixdo nos comentários que eu adorarei conecer fimes novos


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Akasha Lincourt... Taurina, Bipolar, 27 anos, sem enquadramento social, mas com ótimas lentes 50mm distorcidas ao invés de olhos. Apaixonada pela vida, pela arte, pela moda alternativa e pela estrada...

"VIVA RÁPIDO. MORRA JOVEM. SEJA SELVAGEM. E SE DIVIRTA!

Eu acredito no país que a América costumava ser. Acredito na pessoa que quero me tornar, acredito na liberdade da Estrada aberta. E meu lema é o mesmo de sempre. "Acredito na gentileza de estranhos. E quando estou em guerra comigo mesma – dirijo. Apenas dirijo."

Quem é você? Você está em contato com todas as suas fantasias mais sombrias? Você criou uma vida para si mesma onde é livre para experimentá-la?

Eu criei. Sou maluca pra caramba. Mas sou livre"

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