8 de abril de 2017

Esse é mais um diáriod e bordo, de lucas silva e silva, falando diretamente do mundo da lua.... OU NÃO....
Okay, talvez eu esteja no mundo da lua, pois para mim ontem era dezembro e já estamos em abril, e ainda há muito o que fazer dentro de um tempo que passa muito rapido com coisas andando muito devagar.. já tiveram essa sensação? De que você está com bastante tempo, mas ele esta passando muito rapido, e isso é estranhamente assustador, dá a sensação de que tudo está passando rápido e vc não esta aproveitando como deveria...

Semana passada meu irmão fez a fiação da minha penteadeira camarim, e eu finalmente tirei fotos novos para mostrar o cabelinho que já não é tão novo, e já está precisando de retoque, mas eu não quero retocar até maio, pois irei viajar para minas gerais, e pegar muita cachoeira, então vai desbotar de novo, prefiro fazer de uma vez quando voltar... estou deixando a raiz crescer esse ano e não vou descolorir ou pintar, o bom do meu cabelo estar cinza é que parece um obre, e eu estou gostando dessa cor, acho que está combinando comigo.


Sábado passado eu peguei estrada com alguns amigos de moto, fomos tomar sorvete em Mairiporã, apesar de eu não ter conhecido a cidade, foi muito bom saber que é tão perto daqui, Mairiporã tem fama de ser muito bonita, ter cachoerias, e eu preciso realmente fazer um tour um dia desses.
O passeio foi ótimo, quanto mais pilotamos, mais experiência adquirimos, a única parte ruim é que nessas descobri que preciso alinhar minha moto, e estou precisando desembolsar pelo menos r$1000 em manutenção dela, ou seja, minha vida realmente é pagar boletos.


Nós fomos a Sorveteria Buono Gellato, que fica no km 62 da Fernão dias, fomos um grupinho de 3 motos, e sempre que eu faço esses rolês simples, eu fico meio nostalgica... quanto tempo eu não saia pra tomar sorvete? Eu amo sorvete de chiclete, é um passeio barato é divertido, se entupir de sorvete e falar besteiras com os amigos, mas parece que quando você vai ficando velho só vai surgindo convites para consumir alcool e ir em baladas,  mas god, eu gosto de sorvete, de caminhar no parque, de andar de bicicleta, tirar foto, dançar com bambolê e se eu soubesse andar de patins eu faria isso também, rs



Domingo foi dia de passear com um amigo pela Paulista... não tem lugar mais a cara de São Paulo que a Paulista de domingo, a rua fechada para carros, tem shows de rua, dj's, artistas dos mais variados segmentos, tudo a céu aberto... além das opções de comida que são inumeras. e ainda dá pra babar nas livrarias:


Passei na livraria cultura e fiquei babando em diversos livros, eu amo coleções de capa dura, a unica coisa que me deixou triste é os preços dos livros hoje em dia... esse acima sai na faixa de r$190, e não é grosso, em tempos virtuais eles deveriam procurar uma forma de baratear os impressos, mas quem sou eu para colocar valor no trabalho alheio? me resta ficar babando


Essa semana eu iniciei um tratamento para insônia com acupuntura, até agora eu fiz uma sessão, e na segunda sessão quero fazer um post bem detalhado contando mais sobre esta medicina chinesa...
A insônia é um problema grave meu que me acompanha a anos, mas que resolvi dar um basta..
a Acupuntura serve para tratar vários problemas físicos, emocionais, e também tem tratamento cosméticos...

Estou me tratando com a Tamires, que é uma excelente profissional, e atende em são paulo, e também faz atendimento residencial, fazer acupuntura é indolor e cabe no orçamento, vou deixar aqui em baixo o site e whats app dela  nesta imagem:


Semana que vem terei mais uma sessão e prepararei o post mais completo para vocês explicando sobre meu tratamento, a tamires é um anjo, e está sempre dispiosta a ajudar, sempre dando dicas de alimentação, e chazinhos para ajudar no tratamento


Esse é um dos chazinhos que foi receita da Tamires, e minha mãe também aderiu, agora estamos todos tomando <3 p="">

Uma das noticias boas da minha semana, é que Ganhei um ingresso para o Maximus Festival. Como? Bem , isso merecerá até um post especial contando, em breve. Não sou muito de ir em shows, mas como ando muito anti social, esse ano decidi me permitir a alguns festivais, e nessas comprei ingressos também para o dia do aerosmith.... ingressos em mãos será a hora de decidir se vou de moto, se vou de ônibus, se vou de avião, se ficarei alguns dias, se virei embora após o show, muitas coisas para definir, mas ao menos o ingresso já está garantido.
No meu aniversário Vai rolar uma viagem para um lugar de minas que eu queria ir a muito tempo,e  é claro que vai ter post especial no blog contando tudo, e esse ano talvez aconteça uma viagem surpresa pra um lugar que eu não imaginava ir tão cedo na minha vida, mas até estar tudo certinho pra viagem vou ficar de boca fechada =X


Estou querendo começar urgentemente meu canal no youtube, mas todo dia acontece um imprevisto, e a falta de um espaço silencioso e com boa iluminação também não ajuda, queria tanto que essa semana rolasse, mas estou já pressentindo um pândemonio de falta de tempo, peguei uma apresentação de dança para fazer semana que vem em um show, e tenho duas sessões de fotos de um de nossos projetos que irei anunciar para vocês logo depois dessas fotos.. ansiosa!

Nisso tudo tenho que encaixar treinos para a apresentação, confecção de material, trabalho.. e cadê tempo pro vlog? Mas antes do meu aniversário tem que sair né!

Bem, esse foi o resumo dos pontos importantes da minha semana, tem muita coisa vindo, e eu tneho me sentindo super bem, e espero voltar em breve com muita noticia boa para vocês <3 p="">


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5 de abril de 2017



O vestidinho preto fez o seu caminho em quase todos os guarda-roupas de mulheres ao longo do século passado . É uma peça que dá uma segurança de algum tipo, um "must have ", que anda de mãos dadas com a elegância e a classe.
Assim como um  jeans e uma camiseta , é o que a mulher muitas vezes usa quando ela quer se sentir confortável, elegante e ao mesmo tempo clássica.
Toda revolução tem um começo assim como esta.  O vestido preto em meados dos anos 20 era usado para funerais e apenas para fins de luto , e nunca durante o dia. Era uma regra não escrita rigorosa e séria que foi seguida , muito religiosamente , durante anos a fio e nunca questionada. Mas como todos sabemos, na indústria da moda , a mudança aparece sempre ao virar da esquina e no Dito e feito este item em particular tornou-se tão popular como o Ford car e o Cadillac preto das pistas .
Era o famosa Coco Chanel , que é responsável por esse fenômeno surpreendente e permanente. Ela virou a mesa de luto e transformou o preto em algo chic. Ela mudou o mundo da moda , ignorando as críticas e ceticismo. Ela desenhou roupas que eram confortáveis e clássicas, mas também sofisticado e modernas . Sua rebelião contra o mainstream logo floresceu em sua marca e seus projetos começou a virar cabeças. Os projetos de Coco Chanel foram os blocos de construção do feminismo  que rapidamente fez progresso para muitos designers  seguir anos mais tarde. Ela fez uma marca na história com a sua história , e a história continuou a repetir-se , mas também mudando ao longo do caminho .
Praticamente durante a noite o vestido preto se tornou um "must have" , um uniforme de algum tipo para as mulheres que estavam apenas começando a abraçar e desfrutar da sua nova liberdade e independência.


O vestidinho preto montou a onda por muitos anos e continuou caminhando , mudando e evoluindo conforme os anos passavam. Foi usado e adornada por quase todas as faixas etárias e classes sociais , fazendo o seu caminho para o guarda roupa de mais e mais mulheres. Mulheres em todos os lugares entraram na onda e logo começou a costurar suas próprias versões. Hemlines caiu junto com decotes . Corte viés nasceu e o surrealismo furtivamente ganhou o seu caminho na indústria do design. Primavera, verão, inverno, outono, tudo disponivel em versões apropriadas para atender as estações do ano , e cada temporada os projetos eram diferente dos último . A ´popularidade cresceu e os preços começaram a cair e  o pretinho básico tornou-se disponível ao público por ser oferecido em uma ampla variedade de lojas e o que qera antes usado apenas para certas ocaiões agora estava no dia a dia de mulheres de todo o mundo.

Até que a década de 1950 e 1960 chegou, a cultura pop começou a desempenhar um enorme papel na moda assim como a tecnologia . A pop art era de baixo custo, produzida em massa, a preços acessíveis , glamourosa , divertida , inteligente e , acima de tudo , popular e apreciada por todos. Foi um grande negócio que foi rapidamente tomando conta do mundo e começou a colocar um fim a alta-costura , substituindo o high end pronto por vestidos que estavam agora disponíveis para o público. Foi nessa época que muitas das casas de alta costura começou a fabricar para cadeias de lojas e fabricantes, principalmente por razões financeiras. Se eles quisessem sobreviver como designers tiveram de fazer vendas , e fazer vendas significou a redução do custo . A produção em massa já estava tomando conta do mundo do design e a alta costura foi rapidamente se tornando uma coisa do passado. O Rock ' n roll logo começou a desempenhar um grande papel e influência na moda e fê-lo por muitos anos vindouros.


Os músicos começaram a definir as tendências em todo o mundo e a indústria da música começou a influenciar os designers também. Os anos 70 nos trouxe o punk e o gótico e os dois foram destinados ao choque e choque que eles fizeram. O vestidinho preto começou a ser rasgado e adornado com objetos estranhos , tais como zíperes e alfinetes de segurança . A suavidade já estava endurecida por misturas malucas de vários tecidos, como arrastão e renda. Os  DIY (faça você mesmo) estavam inundando a cena underground onde a pele era mostrado através de cortes e furos . As mulheres começaram a personalizar seus vestidos com o seu próprio toque especial , usando seus vestidos como eles queriam , não importa quão excessiva ou subestimado.
Rapidamente os anos 80 surgiram eo vestidinho preto ficou ainda mais ousado e radical. Ombreiras foram adicionados e silhuetas eram exageradas e subestimada. Camisetas estavam sendo usados ​​como vestidos e  as camadas estavam por toda parte . O Unisex foi tomando conta do mundo da moda e a androginia estava sendo apreciada .



A década de 90 a música influenciou a indústria da moda como nenhuma outra década. O Grunge estava tomando a cena, de repente brechós eram mais populares do que nunca. Cada indivíduo jovem que favoreceu essa música e movimento já estava pegando uma tesoura , uma agulha e linha e foram personalizar seus próprios vestidos . Street fashion era popular em todo o mundo e começaram a aparecer nas passarelas . Os designers rapidamente tomaram conhecimento e começaram a projetar e produzir vestidos esperando que iriam vender , e vender o fizeram . Os preços variaram de moderado a massivo. Vestidos de boneca estavam vendendo como vestidos de loucos . De primeira esta moda foi criticada, mas rapidamente as opiniões mudaram e Kinder Whore e Gothic Lolita tornou-se a coisa nova que resiste até os dias atuais .
O pretinho básico deixou sua marca na história e continua a mudar , e provavelmente vai continuar a fazê-lo. Nós não consiguimos nos livrar dele e há uma razão para isso. O pretinho básico é o salvador.




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3 de abril de 2017

Eu estou tentando dar uma pequena reformulada no blog, e decidi apagar posts antigos, e reciclar outros, para torna-los mais amplos, informativos, e sem duvidas melhor formatados , então alguns temas que já escrevi sobre aqui alguns anos atrás podem ressurgir aqui no blog, e um desses temas que eu já havia feito um pequeno post anteriormente, é sobre este estilo que influênciou muito minha juventude, e que eu realmente quero manter para consulta por aqui:

Nos anos noventa, quando eu era menina e fuçava os discos do meu irmão mais velho, o grunge era tudo: era parte de nossas vidas, ela influenciou nosso estilo e afogou o passado com sua onda de rebelião, angústia e tristeza. Cantores como Courtney Love e Kat Bjelland tornaram-se minhas heroínas: adorei suas vozes, sua música, as letras de suas canções, e fiquei absolutamente fascinada pelo seu estilo e pelas imagens de kinderwhore conectadas a ele. Exatamente quem inventou a imagem de kinderwhore é um termo de debate... , embora seja amplamente aceito que Kat Bjelland foi o primeiro a defini-lo e Courtney Love foi o primeiro a popularizá-lo. Os vestidos de boneca vintage, os nighties e os vestidos pretos com golas brancas, botas de combate, meias até o  joelho, maquiagem pesada e grampos de cabelo coloridos eram as principais características de um estilo que significava decadência, mas que também lembrava Sonhos de criança. O estilo de Kinderwhore era tão atraente porque era verdadeiramente original, não era polido, não era o resultado do trabalho dos estilistas.

Bjelland e Hole começaram suas carreiras ao mesmo tempo, até tocaram nos mesmos grupos (Sugar Baby Doll e Sugar Babylon) por alguns meses, mas a personalidade dominante de Love não se encaixou. Bjelland tornou-se o vocalista e guitarrista de Babes em Toyland (alguns críticos dizem que tem sido o melhor grupo de todas as garotas de sempre), enquanto Love se  tornou a líder do Hole, casada com  Kurt Cobain, conseguiu sucesso em agir e, eventualmente, começou sua carreira solo em 2004. Love encarna o lado selvagem e vistoso de Riot Grrls, enquanto Bjelland é um personagem mais misterioso e mais escuro.



Aqui estão Love e Bjelland em algumas raras fotos: a primeira foi tirada em 1994, o ano mais importante e trágico para Love (Cobain morreu em abril, apenas quatro dias antes do lançamento da obra-prima de Hole Live Through This), e  segundo no Início das suas carreiras. Seus estilos são muito semelhantes, e assim é o loiro de seus cabelos.




Bjelland e Babes in Toyland alcançaram seu sucesso com Fontanelle, lançado em 1992. Suas performances ao vivo em Lollapalooza estão entre os mais notáveis ​​da história do festival de música. O estilo de Bjelland era único: ela poderia ser sexy (ver o vestido apertado na primeira foto), mas não vistosa, ou ela poderia fingir ser a boa menina, vestindo vestidos convencionais, os cabelos loiros varridos em um lado e uma franja pesada .



Eu amo esta foto, tirada durante uma apresentação ao vivo. Bjelland está usando um vestido romântico com mangas inchadas que contrasta com sua postura (seu rosto está meio escondido por seus cabelos, ela estava focada em tocar guitarra). A audiência selvagem atrás dela faz com que ela pareça uma princesa de algum conto de fadas torcido, intocável e mágico.
No palco Love ostentava o mesmo estilo, que ela transformou em algo abertamente sexy e cativante.
O cabelo loiro, fluido e encaracolado de Bjelland é provavelmente seu símbolo, que contrasta com a violência em suas letras e sua voz poderosa. Na primeira foto, ela está usando o infame vestido preto com colarinho branco, uma espécie de uniforme de estilo kinderwhore.



Hole foi o grupo que trouxe fama e sucesso para Courtney Love. Eles lançaram alguns álbuns juntos (Live Through This e Celebrity Skin são os mais famosos), antes de romper em 2002. O amor foi, naturalmente, o centro do grupo, com sua personalidade agressiva e vocais distintivos. Os vestidos de boa-menina que ela usava em fotos promocionais e no palco logo se tornou sua marca registrada.
Love sempre amou roupas vintage e de segunda mão, como os vestidos azuis de colarinho branco que usava, respectivamente, em 1991 e 1994. Um colar de pérolas pode ser visto em volta do pescoço, outro símbolo de classe média e boa menina virou  um protesto contra as convenções sociais e restrições.
Em 1992, Cobain e Love se casaram na praia de Waikiki em Honolulu (Havaí). A foto, tomada logo após a cerimônia, é um dos símbolos da era do grunge: Love, grávida de sua filha, usava um vestido vintage anteriormente possuído pela actriz Frances Farmer de Seattle , enquanto Cobain estava em pijamas verdes, porque Ele tinha sido muito preguiçoso para colocar  um smoking.

Quanto aos vestidos pretos com colarinho branco predominante no estilo, ele foi visto em ambos as cantoras, mas ele ainda apareceu em Hole's My Body, a capa do álbum Grenade, lançado em 1997. Um dos vestidos vintage Love foi  colocado atrás de vidro em um museu , Como um lembrete de seu passado. Isso não é coincidência, porque com Celebrity Skin, o estilo de Love mudou completamente, e isso foi comprovado quando ela foi escolhida como a cara para Versace em 1998. Na minha opinião, Bjelland  possuia totalmente  este estilo e este vestido.

Além de Bjelland e Love, as rainhas kinderwhore, eu também amei o estilo de D'Arcy Wretzky. Ela era a baixista de uma das  minhas banda favorita, a Smashing Pumpkins, uma loira, uma beleza tranquila que adorava roupas vintage



Resumindo.  Estilo Kinderwhore pode ser explicado em apenas duas palavras: Courtney Love. Ou talvez 5 palavras: Courtney Love nos anos 90. Este estilo foi lançado por Courtney, que também foi a responsável em  torná-lo tão popular. Antes dela, Kat Bjelland da banda Babes in Toyland introduziu este estilo infantil, mas foi Courtney quem o tornou o que é hoje. Pode parecer uma imitação do olhar de Kat, mas Courtney teve uma carreira tão famosa e polêmica que tornava tudo o que ela usava ou dizia popular, daí a popularidade de kinderwhore e a conexão que fazemos com  a cantora e seu estilo. O estilo era bastante comum entre os anos 90, dentro do punk e bandas de rock alternativo na América, poderíamos até dizer que estava na moda por um curto período de tempo.











De alemão kinder = criança e whore = prostitura. Hinderwhore é um estilo que se concentra em uma estética contraditória: roupas infantis, mas bastante "slutty." É basicamente uma mistura de grunge, punk e de um personagem de Kubrick: Lolita. O olhar consiste em vestidos da boneca, cabelo desarrumado, maquiagem manchada e botas. Vamos ver isso em mais detalhes:

Vestidos
  Nós nunca vimos uma menina kinderwhore  usando calças longas, leggings ou shorts mesmo. Este estilo é baseado inteiramente  sobre vestidos, quanto mais curto e mais rendado, melhor.
As combinações  e os vestidos reais de boneca são usados ​​frequentemente. Outras opções são vestidos florais, vestidos com gola Peter Pan  e rendas, também muito branco. O contraste deve ser entre inocente e sexy.

Sapatos

As sapatilhas são as mais comuns no kinderwhore, como também os famosos coturnos ou 'bota de combate"  Isso ainda é sobre o contraste: desta vez entre infantil e resistente. Botas são muitas vezes usados ​​com meias fofas ou meias de boneca.  mary janes e sandálias (sempre usado com meias) são escolhas populares também.

Meias.

 Esta é outra peça vital no estilo kinderwhore. Meias de tornozelo, joelho-meias altas, meias, meia arrastão, t udo vai!  Use uma meia por cima e uma solta em torno de seu tornozelo. Use meias brancas ou com rendas brancas como as que costumava usar na escola primária.

Maquiagem

 Sua maquiagem tem que parecer que você foi para a cama com ela. Use delineador  preto e sombra escura, um olho smokey é perfeito para este look. Certifique-se de que você não é muito meticuloso sobre isso, lembre-se você acordou com essa maquiagem! Use um batom vermelho ou um brilho labial.


Kinderwhore é basicamente justo aquilo que  parece : Uma torção doentia de um vestuário infantil. É geralmente caracterizada por vestidos de boneca , meias rasgadas, maquiagem pesada ,  sapatos mary jane ou botas pesadas. Muitas vezes a roupa é rasgada para dar uma sensação suja . Esta imagem é fácil de conseguir e não vai custar muito . Ou você pensou que as bandas punks do sexo feminino que veio com o estilo kinderwhore iriam gastar o pouco dinheiro que tinha na roupa ?


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30 de março de 2017


O assunto de hoje é um dos meus favoritos! Pra falar a verdade vai me dar bastante nostalgia em falar sobre isso pois faz muito tempo que eu não sinto essa deliciosa dorzinha que acaba se tornando um vicio.. o tema de hoje é: Tatuagem!
 Uma prática antiga de fazer desenhos no corpo. Antigamente tatuagem era um tabu, vitimada pelo preconceito da sociedade que simplesmente temia os tatuados, mas hoje em dia é mais comum encontrarmos em nossa meio pessoas “estampadas”, seja no trabalho, no lazer, até na igreja eles já ganharam seu espaço.
Eu sempre ando cheia de idéias para meu gibi da vida real, mas ainda tenho muitas iniciadas para terminar.
Para você que está pensando em fazer alguma tatuagem, resolvi reciclar este post....  vamos relembrar desse pequeno guia para quem é iniciante e quer se adentrar na arte de ter a pele rabiscada:











A escolha do desenho certo e local certo podem garantir o sucesso ou fracasso da sua tatuagem, tatuagens têm o poder de mudar o destino de sua vida, você já deve ter ouvido alguém dizer não faça, depois você não vai conseguir emprego! Realmente isso pode acontecer, porem com uma tatuagem mal escolhida, em um local errado, pois ela ira te estigmatizar ou vender uma imagem ao qual não tem nada haver com você, a faça com critério e nunca por impulso, a opinião do profissional ao qual você vai confiar em deixar tatuar é muito importante assim sempre questione: “Vai ficar legal?”, não deixe que isso influencie totalmente na sua decisão, a tenha somente como uma segunda opinião. Para o tatuador profissional, a opinião mais importante é a sua e a terceira da sua amiga, amigo, pai ou namorado, que costumam ter muita influencia na decisão final quanto ao desenho e local, e conseqüentemente são essas pessoas que deixaram se persuadir por outrem, que acabam fazendo a coisa errada ou seja um desenho sem paixão, ou em um local que com o tempo ira desgastar a sua relação com ele (desenho), esses primeiros passos são os mais importantes, volto a frisar, fazendo a escolha do desenho e local certo você vivera em plena harmonia com sua tatuagem e com certeza será admirada (o) pela arte viva que passara a ser.

Dica: A nossa lista de desenhos para tattoo permite-lhe classificar facilmente através de milhares de resultados de pesquisa e armazenar seus desenhos favoritos a sua lista de opções, esses podem ser guardados de forma que você volte outro dia e continue a pesquisa. Salvando sua lista fica fácil entendermos o que você procura.

Sabe aquele desenho que você acha que ficaria “engraçado” ou daquela banda sangreta que você ama? Daqui a algum tempo você pode não achar tão engraçado e nem tão legal assim, e pode se arrepender, uma dica pessoal é que evite esse tipo de desenho, e principalmente nome de namorado, amigo e afins, isso evitará o problema (e a dor) de se arrepender e ter que cobrir o desenho.



Um Studio de tatuagem que garanta sua integridade física deve ser regulamentado, registrado, possuir alvará de funcionamento e serem autorizados pela vigilância sanitária, para tudo isso existe documentos comprobatórios serem uma empresa, possuir um numero de CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica), pois se por acaso algo venha a dar errado quem você vai procurar? O Zé da esquina?, Ter pelo menos um certificado de Biossegurança e preferencialmente estar sindicalizado a uma entidade de classe com credibilidade, no Brasil temos o SETAP-BR (Sindicato das Empresas de Tatuagem e Body Piercing do Brasil), estar dotado de equipamentos específicos para a assepsia e o mais importante devem ter um certificado ministrado registrado por médicos patologista, pois precisam ser instruídos quanto ao manuseio de todo esse equipamento assim como a rotina e procedimento na esterilização e desinfecção do local, estarem aptos a responder todas as suas duvidas, assim como uma simples pergunta sua “Como você garante minha saúde e bem estar? peça para eles te mostrarem tudo antes de você decidir por se tatuar naquele local, veja a arrumação do ambiente, desde o estado dos moveis e utensílios até mesmo a atenção dispensada pela suas indagações, desta maneira da para você concluir se sentiu ou não firmeza no local e pessoal.




O simples muitas vezes é a melhor opção, desenhos complexos e de muita imaginação em sua maioria são difíceis de serem materializados da mesma maneira que você os tem em mente, por melhor que seja o tatuador dificilmente ele conseguira sintetizar as forma exatas que você imagina, digo desenhos complexos, muitas vezes recebo email´s de clientes que pedem os mais absurdos temas, recentemente me solicitaram uma composição baseado em uma placa de proibido fumar com uma temática “Reagge”, isso mesmo a pessoa queria uma placa de “Proibido Fumar” composta por ornamentos Jamaicanos, e dois nomes próprios deveriam estar em harmonia, (harmonia?!?!?) por mais que me esforcei não consegui contemplar a idéia desse cliente. A simplicidade as vezes pode ter um resultado excelente.



É sua responsabilidade de se certificar, da qualidade desse profissional. Então, como vou saber se ele é o certo para mim? Você deve conhecer primeiro os trabalhos realizados por ele, mesmo que por foto, e local deve ser credenciado a executar a arte da tatuagem (Loja legalizada). É sempre bom encontrar um artista que tem alguns anos de experiência, temperado com o estilo de arte que você escolheu. Peça para ver alguns de seus trabalhos acabado, um tatuador profissional terá diversas fotos de seus trabalhos pra poder serem vistas. Se ele não tiver fotos que comprove sua habilidade este é um mau sinal. Observe cuidadosamente as imagens. Verificar a qualidade dos contornos em preto, serão estas linhas limpas e frescas?, ou são elas precárias e irregulares? Além disso, olhar para a cor ou o sombreamento, são as cores brilhantes e sólidas ou são embaçadas, com partes faltando? Será que as cores estão harmoniosas? É a imagem é de fácil compreensão? Será que as tatuagens possuem contorno adequado para o corpo? Se as imagens respondem às suas necessidades, você deve ir conhecer o artista. Porque tatuagens são pessoais e é bom tatuar com alguém que lhe de confiança. Os artistas deverão ser abertos a responder suas perguntas. Eles devem participar dos seus comentários com entusiasmo para lhe dar incentivo e confiança. Se o artista não gosta suas idéias, ou tenta lhe conduzir a algo que você não está procurando, então você pode estar no lugar errado. Encontre um artista quem vai dar a você o que você quer e permaneça fiel aos seus instintos. Nem todos os artistas tatuagem são os mesmos e que pode levar você a várias viagens diferentes a estúdios antes de encontrar o caminho certo. Tatuador perfeito não existe, mas existe uma tatuagem perfeita pra você!





Nunca faça uma tatuagem quando estiver deprimido/a, modernas técnicas trouxeram as tatuagens a níveis incríveis. Não há nenhuma razão para se fazer uma tatuagem que traga desagrados no futuro. No entanto, clientes insatisfeitos aparecem todos os dias. Uma razão para isto é clientes que se tatuam em estados de espírito não favoráveis. Às vezes, por serem impulsivo, estar em um embalo, querer provar algo para alguém, mesmo que seja uma prova de amor, isso não costuma dar muito certo, pois tatuagens são permanentes. Evite as “Tatuagens de embalo ou moda". Tenha certeza que você está emocionalmente preparado para receber sua tatuagem.

Dica: Nunca faça tatuagem sob a influência de drogas ou álcool. Evite fazer quando está gripado ou doente pois sua pele estará sensível e você sentirá a dor 2x mais! Evite usar anestésicos para a pele, na hora parece uma boa ideia mas com o tempo a tinta da sua tatuagem pode sair com mais facilidade.



Não faça com que o profissional fique desenhando ou tirando desenhos, por varias vezes por motivo de suas indecisões, desagradável ficar desenhando, tirando, criando desenhos e sempre existe algo a ser mudado, como eu citei anteriormente vá se tatuar com alguma idéia pré definida em mente, se sua opção de escolha muda completamente a cada nova idéia, pode ter certeza que isso será frustrante ao tatuador, trará um desgaste que vai ser refletido no trabalho, pois ele terá na mente que por mais que ele faça, você não estará satisfeita devido as duvidas pertinentes na pré definição do desenho, ou seja perde-se o estimulo vai parecer que tudo que ele possa a vir criar, saiba o que você realmente deseja fazer e apresente uma idéia concreta sobre o tema faça um Brain Storm junto ao profissional que ira lhe tatuar. Nunca cometa o erro de falar: “Olha você esqueceu de preencher aqui ou ali, ficou falhado aqui ou ali” isso subestima a capacidade do artista e tira completamente o estimulo, pois muitas vezes a seus olhos é difícil de compreender o porque de aquele local estar diferente do desenho original ou do que você compreende, sem subestimar sua capacidade de entendimento, porem as fazes da confecção de uma tatuagem é muito complexa, não é como desenhar em um superfície rígida tente fazer um desenho maneiro em uma bexiga e você vai entender o que estou querendo dizer se tiver alguma objeção declare no final nunca no desenrolar da confecção, salvo alguma nova idéia que você venha a ter e deseja uma mudança na cor mas uma vez definida as forma confie no tatuador.




Lembre-se tatuagem é uma obra de arte e assim sendo não existe uma tabela para isso, esse fator vai depender do local (Loja), que você escolher, da reputação do Tatuador, da infra-estrutura oferecida e principalmente da qualidade oferecida, estrutura física da loja e um fator não menos importante o local a ser tatuado, alguns tatuadores cobram valor diferenciado devido ao local a ser tatuado, ex: peito e costelas têm valores diferenciados pela dificuldade perda excessiva de material na confecção do trabalho. Juntando todos esses fatores tenha em mente quanto você quer gastar para que na hora você não fique equacionando seu bolso com o desenho a ser tatuado. Uma simples comparação uma mulher em media gasta R$ 1000,00 por ano no cabeleireiro, e esse ciclo repete-se por toda a vida, não esqueça que a tatuagem é paga uma única vez e esse upgrade de beleza é para sempre. Então não economize na hora de escolher seu desenho você vai pagar uma única vez, não se arrependa posteriormente dizendo eu poderia ter feito um pouco maior ou, deveria ter escolhido aquele desenho "X" e não o fez por questão de valores.

Dica: A dor e o dinheiro é uma vez só, mas a tatuagem fica para o resto de sua vida, não faça sua tatuagem pelo valor, afinal ninguém gosta de uma tatuagem que desbotará com o tempo ou até sairá por quase inteiro (pois é, isso acontece)



Outra coisa não tão importante mas que colabora para o sucesso da sua tatuagem é a higiene pessoal do local a ser escolhido, se você optar por um local "X" ou "Y" antes de você chegar na hora “H”, faça uma higiene pessoal adequada ao local a ser tatuado, pois é constrangedor para você e o tatuador certas situações, tipo ir fazer uma tatuagem no pé depois de um dia inteiro de trabalho e estar usando um calçado que da maior chulé, isso será desagradável para ambas as partes mesmo que se faça uma higienização no local, nada melhor do que você já vir preparada (o), com o local bem limpinho, cheiroso, use preferencialmente qualquer creme hidratante assim a pele estará suave e hidratada e conseqüentemente um resultado sera mais satisfatório pois uma pele hidratada se obtem outro resultado, mesmo que não seja no pé, como tomei como exemplo, isso é valido para outros locais tipo axilas, virilha etc.




O grande dia chegou, é importante que você venha descansado/a e bem nutrido/a. Não saia até tarde na noite no dia anterior a sua tatuagem. Você deve estar bem descansado, assim você pode se sentar e relaxar ainda mais. Também é útil ter comido uma boa refeição leve e substancial. Tatuados com o estômago vazio pode ser surgir diversos problemas desde queda de pressão até náuseas. Quando você se sentar calmamente e descontraído, O tatuador pode concentrar-se em fazer um bom trabalho. A dois resultados para uma tatuagem, um é para os que se sentam calmamente e assim permanecem, o outro é para aqueles que tomam um tempo precioso e energia, tanto de si como do tatuador, certifique-se de ajudar o tatuador estando descontraído e evitando queixar-se aos movimentos da maquina de tatuar, é muito provável que tenha um efeito negativo sobre a sua tatuagem. Se você se sentar e cooperar com o seu tatuador, você estará orgulhoso de saber que você fez a sua parte para fazer com que a tatuagem saísse perfeita!





Não está terminada até que a tatuagem esteja cicatrizada completamente. Após o tatuador ter feito seu trabalho, agora é a hora de você fazer o seu. Sua tatuagem terá perto de um mês antes que esteja completamente curada, durante a primeira fase de cicatrização (cerca de 3 a 5 dias), você pode enfrentar desconforto, inchaço, após o 3º dia você deve lavar a sua nova tatuagem, pelo menos, 4 ou 5 vezes por dia, com uma ligeira pasta de sabão antibacteriano em seguida enxugar gentilmente sua tatuagem com suavemente com uma toalha de papel. A segunda e última etapa (3 - 4 semanas) também terá um grande efeito sobre o resto da vida da tatuagem. A tatuagem na sua cicatrização tende a secar e neste ponto é importante manter a sua tatuagem hidratada um bom produto vai ajudar a prevenir infecção, que pode deixar sua tatuagem traumatizada. Embora alguns tatuadores irão recomendar diferentes abordagens para a cura, a maioria irá concordar com três coisas básicas: manter sua tatuagem limpa, hidratada e protegidos da luz solar.

Dica: Evite cremes e loções que contêm fragrâncias, álcool, cores artificiais e outros ingredientes que podem irritar a tatuagem.

Agora que você está sabendo de todas estas dicas, já pode começar a pensar e a escolher com calma o seu desenho e seu tatuador e iniciar aquele projeto eterno de ter todas as tatuagens possiveis <3 p="">



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26 de março de 2017










Hello People!
Faz bastante tempo que não faço um post sobre filmes que tenho assistido, então resolvi tirar um tempinho para listar 5 dos últimos filmes que eu assisti e curti, e espero que curtam também, quase todos eles estão disponiveis na netflix, então aproveite um domingão de preguiça para adiciona-los a biblioteca mental de filmes assistidos

Quero começar com um daqueles filmes inocentes, com fotografia encantadora, e temática simples... nada de surpresas históricas, mas envolvente...


Existem alguns filmes que carregam consigo aquela magia ao contar uma história. Poderiam ser animações, mais fácil de brincar com o lúdico e despertar a criança que existe dentro de nós, mas não, são filmes, com cenários e pessoas reais. Ainda assim consegue ser tão encantador quanto um desenho animado.

Pouquíssimos diretores possuem essa distinta habilidade, pois não se trata apenas de contar uma simples história de criança para outra criança (que mesmo assim, nem é tão simples) e sim, conseguir contar uma história do ponto de vista de uma criança para um adulto. E mais, fazê-lo se encantar por esse universo tão especial que só uma criança sabe criar. Algo que o diretor francês Jean-Pierre Jeunet soube fazer e muito bem.

T.S. Spivet é um menino de 10 anos que mora com seus pais e irmã em uma fazenda nos arredores de Montana, nos EUA. Seu pai está preso na década de 70, pois se considera um verdadeiro caubói, com direito a botas, chapéu, fala arrastada e tudo mais o que engloba esse mundo. Sua mãe, a Dr. Clair é uma cientista que pesquisa o comportamento migratório de determinadas espécies de insetos. Já sua irmã Gracie, adora menosprezá-lo e sonha em ser uma grande artista, como toda adolescente. A família de T.S. é bem normal, exceto por ele mesmo, já que o menino é um verdadeiro prodígio e também, por conta de um recente incidente envolvendo seu irmão gêmeo. Mesmo com sua pouca idade e a baixa estatura T.S. possui uma mente brilhante, capaz de elaborar os mais complexos gráficos e encontrar soluções para problemas que nem os adultos sabem resolver, como a máquina do movimento perpétuo, um desafio matemático de séculos. Após enviar seu projeto da máquina para o Smithsonian, ele recebe uma ligação o parabenizando, pois o Instituto construiu a máquina, ela funciona e agora, ele precisa ir até Washington para receber um prêmio. Mas, como um menino de 10 anos vai fazer para ir até Washington? E assim damos início a Uma Viagem Extraordinária.

Há muito que ser comentado sobre esse filme, mas seria impossível não começar falando sobre o ator mirim Kyle Catlett que simplesmente arrebenta. Esta é sua primeira empreitada cinematográfica, tendo atuado apenas no seriado The Following e se continuar assim, certamente irá longe. O próprio Jean-Pierre confessou em entrevistas ter ficado abismado com o enorme talento do menino, que se dedicou muito ao papel, pois é a sua narração cativante, as expressões infantis e ao mesmo tempo compenetradas, sua serenidade que contribuíram e muito para o espetáculo que é esse filme. Outra pessoa que merece ser parabenizada é Helena Bonham Carter. A atriz, que é mais conhecida por seus papéis bizarros, está quase irreconhecível como uma mãe de fala suave, maquiagem delicada e roupas simples. As suas cenas com Catlett são ótimas, os dois possuem um entrosamento genuíno assim como a química com todo o restante do elenco.

Não se enganem achando que é um filme infantil, muito pelo contrário. A temática abordada por Jeunet possui um teor muito mais adulto do que aparenta. Mas, essa confusão momentânea se deve a fotografia de Thomas Hardmeier que é incrivelmente vívida e transforma o filme por completo, pois mesmo cheio de cores, sendo possível notar todos os detalhes em cena, o figurino dos atores e as paisagens, somos aos poucos apresentados a questão real da trama, mas, de uma forma tão sutil que ainda assim tem um certo impacto sobre o espectador.

Fonte: http://www.planocritico.com/critica-uma-viagem-extraordinaria/










Frank para mim foi um achado, sabe aquele filme por qual você não dá nada? Pois bem, frank era um desses que eu via  acapa pelo netflix e relutava em clicar, mas não me arrependo e tenho indicado a alguns amigos, apesar de bem indie eu achei bem envolvente...

Alguns podem pensar em Frank (idem, 2014) somente como o filme em que Michael Fassbender atua usando uma cabeça gigante de papel machê, mas o longa de Lenny Abrahamson está longe de ser reduzível a esse detalhe excêntrico. Existe um grande coração pulsando nessa história em que as notas musicais servem de fundo para letras divertidas e inesperadas, fruto das composições do personagem-título, vocalista de uma banda à qual o jovem e inexperiente Jon (Domhnall Gleeson) se integra. Típico garoto cheio de sonhos, ele tem sua grande chance quando o tecladista oficial da banda sofre um colapso nervoso e não tem mais condições de tocar. Uma vez apresentando ao líder nada convencional do quarteto remanescente, logo ele percebe que a dinâmica existente ali reflete a personalidade incomum de Frank. Ou seria um encontro bem-sucedido entre loucos que já tinham suas manias?

Disposto a levar o grupo ao estrelato por acreditar no potencial de todos, Jon acaba por modificar essa tal dinâmica, e quem menos se mostra aberta à sua entrada definitiva na banda é Clara (Maggie Gylenhaal), que diz sem a menor cerimônia que ele não é bem-vindo ali. A normalidade de Jon contrasta com as esquisitices dos demais e, de certa forma, ele representa o olhar do espectador comum para aquela reunião de tipos improváveis, trazendo questionamentos que os outros já superaram há muito tempo, como a motivação que leva Frank a usar o tempo todo a tal cabeça. Apesar desse contraste, Jon está decidido a fazer por onde ser totalmente aceito e acaba contagiado pela maluquice beleza do grupo. Nesse sentido, há um bom espaço destinado aos coadjuvantes, que deitam e rolam com a possibilidade de brincar em cena e revelam que nem só de Fassbender se compõe Frank.

Aliás, o protagonismo da história é dividido entre ele e Gleeson, que tem a seu favor o fato de ainda ser um rosto semidesconhecido do grande público, o que injeta frescor à sua atuação na medida. Quem já assistiu a ele em Questão de Tempo (About Time, 2013) sabe de sua capacidade de parecer gente como a gente sem demonstrar muito esforço na empreitada. Sua ruivice natural é um charme a mais e um detalhe que o torna diferente da maioria, já que não é toda hora que vemos atores com cabelos alaranjados naturais por aí, além de funcionar bem para o personagem. Outro destaque forte do elenco Scott McNairy, sensacional na pele de Don, uma espécie de mestre de cerimônias que descortina o cotidiano cheio de rituais do grupo. Sua maior esquisitice é revelada a Jon por Frank: a tara por fazer sexo com manequins. Lá pelas tantas, ele reflete essa preferência bizarra em uma canção que compôs, um misto de doideira com poesia – a primeira, pelo conteúdo da letra; a segunda, pela maravilhosa melodia.

Para além da compilação de elementos que arrancam boas risadas, Frank também sabe fazer uso do drama, reunindo sequências de adorável ternura, sobretudo na meia hora final, quando o roteiro de Jon Ronson e Peter Straughan aponta que cada um se entende na própria bagunça. A propósito, a bagunça está nos olhos de quem a vê. Para o “bagunceiro”, pode estar tudo muito bem organizado, e Jon leva um tempo para entender essa máxima que vale para muitos casos da vida. É quando o longa mostra que a delimitação tradicional de gêneros cinematográficos é insuficiente para encapar as boas histórias, que transitam por eles com desenvoltura e refletem um ecletismo que está contido na realidade. Por falar em realidade, a base para a história é a vida do humorista inglês Chris Sievey, que adotou o pseudônimo Frank Sidebottom e realmente usava uma cabeça gigante cobrindo o rosto. Portanto, estamos diante de um clássico caso de arte imitando a vida.

Entre os críticos, Frank foi bastante elogiado, e carimbou seu passaporte para o universo indie sendo exibido no Festival de Sundance. O maior atrativo da produção, Fassbender, acabou sendo aproveitado de uma maneira singular, o que obrigou o ator a interpretar o personagem quase o tempo inteiro sem expressões faciais, sendo apenas voz, tronco e membros. Digamos que foi um artifício inteligente de Abrahamson, cuja carreira formada por quatro longas-metragens de Cinema se revela promissora a julgar por esse trabalho. Por vezes, pode soar deslocado em uma contemporaneidade assinalada pelo cinismo, que procura a piada oculta onde há simplesmente carinho. É uma hipótese a ser considerada para justificar o desdém de alguns espectadores. Os clichês eventuais não depõem contra o conjunto, porque bem trabalhados e absorvidos pela narrativa, encerrada ao som da arrebatadora I Love You All, com vocação para aderir à memória por um bom tempo.

Fonte: https://cinemadetalhado.com.br/2014/09/resenha-de-filme-frank.html










Eu não sei por que demorei tanto a assistir esse filme, precisou de um strike no netflix para eu assisti-lo na integra no youtube, mas curti bastante

Falar em transexualidade em 2016 é difícil. Identidade de gênero é um assunto complexo demais em uma  sociedade que matou mais de  600 transexuais nos últimos 6 anos. Porém, cada vez mais, a transfobia, a transexualidade, a travestilidade tornam-se pauta de discussões acerca de direitos civis, sociais e afins. Aos poucos, muitas vitórias se conseguem: universidades passam a reconhecer os nomes sociais de seus alunos, o sistema público de saúde garante a cirurgia de mudança de sexo àqueles que querem fazê-la e, num momento histórico para a televisão, uma artista transexual é indicada ao Emmy, o prêmio mais importante do ramo. Mas abordar o assunto no início do século passado era ainda mais difícil e, além de haver 0 menções a essas questões na sociedade em geral, pouco se sabia sobre o assunto, incluindo a citada cirurgia de readequação sexual. Porém, a dinamarquesa Lili Elbe tornou-se um grande nome por ter sido uma das primeiras transexuais operadas de quem se tem registro.

A garota dinamarquesa alicia vikander eddie redmayneAdaptação cinematográfica do livro de mesmo nome, A Garota Dinamarquesa narra a história de LIli e sua descoberta, aceitação e transição como uma mulher transexual. Einar Wegener – identidade de batismo da moça – era um notório pintor dinamarquês que fez certa fama pela Europa durante a década de 1910 e era casado com a bela e também artista Gerda Gottlieb, sua parceira por toda a vida. A identificação de Einar como mulher começou quando sua esposa, precisando finalizar um quadro, pediu ao marido que vestisse as meias e os sapatos da modelo, que não compareceria no dia em questão. Foi esse o momento chave em que Einar percebeu que não era Einar, e sim, outra pessoa, e começou então a se vestir como mulher e adotar o nome de Lili para, anos depois, submeter-se a uma série de cirurgias que a tornariam, em suas própria palavras, “mulher por completo”.

Protagonizado por Eddie Redmayne e Alicia Vikander, o filme foi dirigido pelo premiado Tom Hopper, que já levou um Oscar para casa com o “O Discurso do Rei” e fez deste um trabalho tendencioso, mas ainda satisfatório. Prendendo-se mais a história narrada por David Ebershoff no livro homônimo do que a história relatada nos vários artigos sobre a trajetória de Lili, Hopper nos transportou muito que bem para a Copenhague de 1920, atentando-se a pequenos detalhes da época e utilizando os mais diversos recursos que tornassem a narrativa mais real, seja com o uso de uma fotografia mais gélida – transparecendo não só o frio europeu, como também a melancolia da história –, seja a atenção dada a caracterização dos personagens e locais. Não é o trabalho mais marcante da carreira do diretor, mas mostra que quando trata-se de adaptações biográficas, Tom tem talento mais que o suficiente.

Por outro lado, é inegável que a grande pérola do filme é o time de atores, em especial a dupla de protagonistas, ambos indicados ao Oscar deste ano. Eddie Redmayne, que venceu o prêmio de Melhor ator no Oscar de 2015 por “A Teoria de Tudo”, entrega mais uma vez uma atuação plausível. Em meio as críticas pela escolha de um ator não-trans (cis) para o papel principal, o inglês entrega um dos seus trabalhos mais admiráveis. Introspectivo quando precisou ser, feminino ao extremo quando necessário e absurdamente dedicado ao trabalho (chegou até a emagrecer para o papel), Ed mostra-se um dos atores mais admiráveis de sua leva e, ainda que não leve o prêmio de melhor ator no Oscar, pode sentir-se orgulhoso ao extremo com seu trabalho. Não seria surpresa vê-lo subindo ao palco da premiação mais uma vez, não necessariamente esse ano.

Mas a estrela máxima do filme é, sem dúvidas, Alicia Vikander. A atriz, já admirada em 2015 pelo papel da criatura robótica Ava em Ex Machina, interpreta com muito calor Gerda, e ofusca até mesmo as transformações de Eddie nas cenas (diversas) que divide com o ator. Ela chora, ri, sensibiliza-se com a luta de Lili e, em meio a todos os seus problemas pessoais, coloca seu amor em primeiro lugar, e se não fosse o trabalho mais do que excepcional de Alicia, toda essa emoção que torna o filme tão intenso não teria sido o suficiente para torná-lo memorável. As chances da moça levar o careca dourado de melhor atriz coadjuvante podem não ser das mais altas, mas a sueca mostra-se merecedora do prêmio e de muito mais atenção por parte de Hollywood. Atuar um filme de Tom Hopper com Eddie Redmayne protagonizando uma transexual e conseguir colocar-se a frente disto é feito mais que admirável para uma artista de apenas 27 anos.

A garota dinamarquesa eddie redmayne alicia vikanderAinda assim, o filme tem lá seus problemas, principalmente no roteiro. A história, contada basicamente sob a perspectiva de Gerda, é romantizada demais e escorrega em alguns momentos por mostrar uma versão bem “enxuta” de uma história nitidamente complexa e cheia de reviravoltas. Chega a ser, em alguns momentos, previsível e cansativa, principalmente no final, ao prolongar-se demais nas cirurgias de Lili. Porém, ainda que de forma “Hollywoodiana” demais, é interessante e gratificante ver um time de roteiristas empenhados em levar uma história dessas para as telonas, principalmente depois de anos e anos estudando e trabalhando o projeto.

Mas esses problemas não diminuem a beleza que há em A Garota Dinamarquesa. Entre os figurinos belíssimos e a maquiagem impecável, há dois atores jovens e talentosos que fazem do filme uma bela pedida não só para os admiradores da sétima arte, como também os interessados na vida de uma das mais intrigantes figuras transexuais que se tem registro. Entre transformações, chororôs e muito glamour, Lili Elbe tem sua história contada de uma forma admirável e o filme se mostra mais um importante marco na visibilidade dos transexuais por todo o mundo. De Lili Elbe a Laverne Cox, Caitlyn Jenner, Rogéria e Nany People, da Dinamarca aos Estados Unidos e ao Brasil, é um filme que deve ser assistido, apreciado e admirado. A Garota Dinamarquesa narra a vida não só de uma figura emblemática, mas de certa forma, a ainda dura realidade das milhares de pessoas que passam por inúmeros problemas todos os dias por serem simplesmente quem são. Ela é Dinamarquesa, mas também brasileira e global e o filme, ainda que não tenha sido o principal intuito dos produtores, nos faz refletir um pouco sobre essa dura realidade.

http://www.mazeblog.com.br/resenha-com-atuacoes-brilhantes-transexualidade-e-pauta-de-garota-dinamarquesa/










Mais um achado no youtube.. faz um tempão que filmes de terror não entram na minha lista por que eu não tenho curtido nem um pouco os estilos de filmes lançados, apesar de esse estar mais para terror psicologico, eu acabei gostando bastante...

De cara somos informados que na década de 80, uma onda de rituais satânicos apavora a população americana e que esse filme é baseado em fatos reais. A trama aqui, na verdade, se passa em 1990 na cidade de Hoyer, Minnesota. O engodo começa quando um cara se entrega à polícia local alegando que abusa sexualmente de sua filha, mas que não se lembra disso. A vítima, Angela Grey (Emma Watson), fugiu de casa, mora na igreja e enviou uma denúncia escrita na qual ela descreve os estupros sofridos. Mesmo sem lembrar, o homem não nega as acusações.

Diante amnésia do suspeito, o detetive Bruce Kenner (Ethan Hawke) decide que precisa de um psicólogo pra ajudá-lo com o caso, e é aí que entra o Professor Kenneth Raines (David Thewlis) que acredita que o método de regressão seja a única maneira de despertar essas tais memórias reprimidas por parte do pai agressor. A merda começa a feder quando logo na primeira sessão, o suspeito confesso começa realmente a se lembrar de uma das suas visitas ao quarto da garota. Só que além de ambos, tinha mais alguém no quarto: um policial do departamento.

De agora em diante, a cada depoimento de Angela (Watson), o caso ganha elementos cabulosos como rituais satânicos, orgias, canibalismo, etc. A medida em que tudo vai ficando mais sinistro, o cético detetive começa a ficar afetado com o caso e começa a cogitar a presença do Diabo na treta toda. A quimica entre Bruce e Kenneth funciona muito bem. Tanto Ethan Hawke quanto David Thewlis nos conferem carisma pelos seus personagens. Já Emma Watson, ao contrário da bruxinha cheia de atitude que todos conhecem, está numa atuação mais contida e necessária ao drama da pobre Angela.

Anemámbar (Os Outros, Abra los Ojos, Thesis) sabe conduzir a trama de forma exemplar. O jogo constante de dúvida e paranoia lembra clássicos como O Bebê de Rosemary (1968) e O Homem de Palha (1973), por exemplo. Quanto mais informações o detetive Kenner coleta, mais cabuloso o caso fica. Claro que o belo visual, com suas cores fortes em ambientes sombrios e úmidos, concebido pelo diretor de fotografia Daniel Aranyó ajuda muito. Vale destacar também a trilha sonora criada por Roque Baños que, mesmo não chamando a atenção para si com melodias chicletes, sutilmente fica na cabeça.

Apesar dos elogios, temos um tropeço bobo. Em certo momento, um pôster de uma banda de Black Metal polonesa chamada Behemoth ganha destaque em cena por alguns segundos.
– Sim, mas qual o problema,  Faz sentido, não?
– Faria, se o filme não se passasse em 1990, fera.
Só pra constar, a foto em questão é de 2013/14 e essa banda se formou em 1991.


Temas como o poder de sugestão, histeria coletiva, satanismo, o medo que a mídia espalha, etc, são uma constante durante todo o enredo. Mas talvez, ironicamente, o grande problema de Regression seja que, por ser tão bem construído e nos levar à paranoia junto com o protagonista, tudo leva à uma conclusão que soa brochante e acaba nos fazendo lembrar do aviso inicial de que tudo aqui se trata de fatos reais. Um pena que aquela nostalgia boa dos clássicos não dure tanto.

No fim das contas, mesmo aceitando o seu desfecho sem sal, não dá pra negar que um pouco de dualidade não faria mal algum. Pelo contrário, enriqueceria a obra e não me faria chegar a triste conclusão que estamos falando de um bom filme que – mesmo contando com um belo roteiro, grande elenco e um diretor de peso – será facilmente esquecido.

https://tocaoterror.com/2016/02/05/resenha-regression-201516/




Okay, esse filme eu não assisti recentemente, mas fazia tempo que eu queria colocar ele aqui, então chegou a hora... amantes de black metal, metal extremo, goticismo, prepare-se para se apaixonar pelos personagens e pela fotografia!

Irmã (Little Sister), filme que estreou nesta quinta-feira (06/10), começa com uma citação de Marilyn Mason e uma fotografia sombria como um longa de terror. A trilha sonora vagueia entre o rock e sons um tanto quanto psicóticos enquanto uma noviça resolve visitar a família após e-mail de sua mãe dizendo que seu irmão estava de volta da guerra do Iraque. Ao chegar em casa, seu quarto com crucifixos de cabeça para baixo das épocas de sua fase gótica continua inalterado. Seus pais continuam usando drogas e sua mãe, em especial, é daquelas pessoas que preferem transferir a culpa por tudo o que acontece ao seu redor aos outros.

Respire e tome ar porque ainda tem mais espaço para o drama.

Ela não consegue resolver todas as pendências emocionais e, a contragosto de sua madre superiora, pede mais tempo para se resolver. Isso lhe dá tempo para tentar resgatar a vida social de seu irmão que se recusa a sair do quarto após estar perto da morte e ter o rosto desfigurado por queimadura. Sua primeira ressaca surge exatamente nesse período.

Se todos esses componentes parecem trazer uma colcha de retalhos mal construída, surpreenda-se com um filme sensível abordando os meandros que a vida nos apresenta. Não parece muito claro se Colleen (a noviça) estrelada por Addison Timlin entra na vida religiosa por fuga ou convicção, mas assim é a vida por muitas vezes. Jacob, seu irmão desfigurado, é interpretado por Keith Poulson. E por mais cinéfilo que seja, não o reconheceria.

Irmã é um filme norte-americano com pegada europeia. Uma boa pedida para quem não é chegado no ritmo frenético de Hollywood.

Fonte: https://www.blahcultural.com/critica-irma-e-boa-pedida-para-quem-nao-e-chegado-no-ritmo-frenetico-de-hollywood/

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::Akasha Lincourt::

Akasha Lincourt... Taurina, Bipolar, 27 anos, sem enquadramento social, mas com ótimas lentes 50mm distorcidas ao invés de olhos. Apaixonada pela vida, pela arte, pela moda alternativa e pela estrada...

"VIVA RÁPIDO. MORRA JOVEM. SEJA SELVAGEM. E SE DIVIRTA!

Eu acredito no país que a América costumava ser. Acredito na pessoa que quero me tornar, acredito na liberdade da Estrada aberta. E meu lema é o mesmo de sempre. "Acredito na gentileza de estranhos. E quando estou em guerra comigo mesma – dirijo. Apenas dirijo."

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