19 de fevereiro de 2016


Apos a queda do mega filmes o site nunca voltou a ser o mesmo, parte do seu arquivo está corrompido ou inexistente, o que me fez bater as prtas de um velho amigo: NETFLIX, e pode ter certeza que voltei me perguntando como eu consegui ficar tanto tempo longe deste site, e já corri ao meu velho amigo google para buscar as deliciosas listinhas de indicações disponiveis na internet.
Uma das indicações presentes em muitas listas é o documentário Amy, lançado em 2015, e que me surpreendeu estar tão rápido na Netflix, o que me fez até duvidar da qualidade do enredo,  mas que acabou me fazendo pagar a lingua.

Com uso de vídeos caseiros cedidos por amigos de infância da cantora e entrevistas com pessoas próximas, a produção conta a trajetória de Amy desde a infância em Londres, passando pelo relacionamento com Blake Fielder-Civil, a luta contra o vício em drogas, o tumultuado contato com a imprensa, até sua morte em 2011, com apenas 27 anos, por intoxicação alcoólica.


2015 foi um ano fenomenal para os documentários musicais, tivemos o documentário da Nina Simone, e também o Montage of heck, um documentário sobre Kurt cobain, líder do nirvana que eu não canso de elogiar, e apesar de "Amy" ser um tanto quanto mais leve que o de Kurt, traz aquela melancolia en nostalgia que todo bom documentário póstumo deve ter.

O documentário não é algo pedante e bitolado tentando contar uma biografia detalhada, tão pouco aparece detalhes sobre a infância, a adolescencia, se ligando nos pontos importantes entre o começo de carreira até o fatídico dia de sua morte por intoxicação alcoolica.


O lado poético do filme é que ele não traz a exploração banal que cansamos de ver enquanto Amy era viva: cenas dela bêbada, sobre uso de drogas, uma amy barraqueira que certamente você não gostaria de encontrar no seu bar mitzva, mas trazrespostas a algumas perguntas que rondam a sua histporia, e de como ela chegou ao fundo, o que me faz pensar: "Mamãe, eu não queria ser a Amy winehouse"

Amy sem duvidas possuia um talento nato, e não era apenas a maldição dos 27 que a assemelhava a Kurt Cobain, mas também a forma de colocar suas frustrações em letras, uma forma de desabafar sua empatia e sua solidão em suas músicas, o que difcultava muito na hora de expor.  Pessoas que usam sua critividade para expor seus sentimentos secretos tem dificuldade em aceitar a fama: É como se você tivesse um diário, e nele colocasse todas suas vergonhas, problemas, desespero, e um dia ele fosse lido num alto falante megapoderoso nas ruas do mundo, isso te desequilibra, te deixa vulnerável, e isso que vemos em Amy.


Amy Winehouse era uma "menina" como eu e você, dotada de uma bela voz e um  talento inegavel para música, vivia no seu mundo.. "Uma alma velha em um corpo jovem", Amy abri as cortinas e trouxe os holofotes para brilharem novamente sobre o jazz, fazendo ressoar a todos os pulmões pelo mundo. É engraçado perceber, que as vezes nós desejamos apenas viver daquilo que gostamos, nos sustentar apenas daquilo que temos o dom, sme imaginar que esse pedido pode se tornar uma coisa estratosférica.
Amy queria cantar, e ter um pequeno apartamento para morar com suas amigas onde poderia tocar e fumar sua maconha em paz, se perguntassem para amy se queria ser famosa, a resposta era sempre não, ela ficava feliz por ouvirem a sua música, mas triste por querem sempre contas com que a cantam, sendo que não é necessário pois a musica tem mais do que o cantor a dizer por muitas vezes.
Canden town foi a perdição de Amy, onde encontrou o amor e a dor, abusada e explorada por sua familia, seu noivo, seus empresários, a menina amy foi deixando de existir para dar lugar a caricatura da guria doce que foi um dia, o que me leva a refletir sobre os tempos modernos, sobre a perseguição e cobrança da midia em cima de pessoas que no fundo são comns como as outras, mas que logo se tornam monstros por serem despedaçadas, moldadas e destruidas pela sociedade faminta de fama.
Foi uma surpresa para mm descobrir que Amy era bulemica desde a adolescencia, sua magreza era escarniada como fruto apenas do crack, amy pediu ajuda, amy tentou pensou em se internar, amy quis uma folga para si mesmo mas foi obrigada por todos a mostrar e viver de uma fama que ela não queria nem podia carregar.

Por essas e outras que eu não gostaria de ser Amy winehouse, é por estas e outras coisas que as vezes é bom se manter fora dos holofotes.
Descanse em paz Amy.



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::Akasha Lincourt::

Akasha Lincourt... Taurina, Bipolar, 27 anos, sem enquadramento social, mas com ótimas lentes 50mm distorcidas ao invés de olhos. Apaixonada pela vida, pela arte, pela moda alternativa e pela estrada...

"VIVA RÁPIDO. MORRA JOVEM. SEJA SELVAGEM. E SE DIVIRTA!

Eu acredito no país que a América costumava ser. Acredito na pessoa que quero me tornar, acredito na liberdade da Estrada aberta. E meu lema é o mesmo de sempre. "Acredito na gentileza de estranhos. E quando estou em guerra comigo mesma – dirijo. Apenas dirijo."

Quem é você? Você está em contato com todas as suas fantasias mais sombrias? Você criou uma vida para si mesma onde é livre para experimentá-la?

Eu criei. Sou maluca pra caramba. Mas sou livre"

Email: Akasha_lincourt@hotmail.com

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