12 de setembro de 2015



Olá pessoal, faz um tempinho que eu não faço um post sobre os filmes que eu  já assisti ou tenho assistido, e eu realmente tenho assistido muita coisa agora que trabalho em casa, e acredito que seja realmente interessante compartilhar com vocês os filmes que eu considero bons, eu como cinéfila assumida dou pulos de alegrias quando alguem me indica um bom filme, e no meu facebook eu estou sempre pedindo indicações, então esse post vai ser praticamente semanal, e espero realmente que vocês gostem das minhas dicas

Bem, vamos aos cinco filmes de hoje:


1 - METALHEAD (MÁLMHAUS)


Fico me perguntando por que demorei tanto a ver esse filme. Metalhead é uma das indicações que recebi via facebook, e tem tanto uma trama, como uma fotografia e trilha sonora avassaladoras, além de uma história angustiante que mostra bem as dificuldades de um metaleiro vindo de um lugar pacato, e mostra noss personagem principal tentando se encontrar e se adequar depois de uma tragédia em familia, chegando até a um ponto em que tenta levar sua vida de uma forma "normal", para tentar se livrar de sua agustia.

METALHEAD é um filme do aclamado diretor islandês Ragnar Bragason. Conta a história de Hera, que ao perder seu irmão em um trágico acidente supera seus traumas através do Heavy Metal e com isso seu comportamento acaba chocando com os padrões da pequena cidade conservadora em que mora, na Islândia.



Metalhead é um filme dramático e sombrio, repleto de simbolismos, com momentos de comédia rebelde. É uma história de uma perda terrível e como lidamos com nossas dores, com a convivência em uma sociedade conservadora, com valores familiares, sonhos e pesadelos.

fonte do resumo: http://whiplash.net/materias/news_814/205539.html#ixzz3lTlIVfbj



2. Hedwig - Sexo, amor e traição


Eu acredito que eu já tenha falado sobre esse filme em algum post desse blog, quando ele ainda era o teoria da conspiração, mas ok, eu amo tanto esse filme que ele merece aparecer por aqui de novo, e ô se merece, este filme marcou tanto a minha vida que virou até tatuagem no meu pulso, similar a esta:


Muita gente me pergunta o signficado desta tatuagem, e acredite, é uma historia muito bonita, misturando diversos deuses mitologicos e de diversas culturas para explicar a origem do amor... historia apaixonante, onde motra que todos os tipos de amor é valido e o simbolo e historia vieram dessa musica do filme (assista que vale a pena):




Hansel é um jovem que mora em Berlim Ocidental e que sonha em se tornar uma grande estrela do rock nos Estados Unidos. Até que ele conhece um belo americano que lhe promete amor e liberdade e que pode fazer com que todos os seus sonhos se tornem reais. Mas para ir para os Estados Unidos juntamente com ele Hansel precisará fazer uma operação de mudança de sexo, pois somente assim com ele poderá se casar. Assim nasce Hedwig (John Cameron Mitchell), que chega a Kansas no mesmo dia em que o Muro de Berlim é derrubado. Preparando-se para dar início à sua carreira, Hedwig utiliza pesada maquiagem, uma peruca a la Farrah Fawcett e forma sua própria banda, chamada The Angry Inch. Porém, Hedwig logo se apaixona por um garoto de 16 anos chamado Tommy Gnosis (Michael Pitt) que acaba lhe dando um golpe e roubando suas canções, tornando-se assim a estrela do rock que Hedwig sempre sonhou ser. Recusando-se a ser derrotada, Hedwig começa então a cantar juntamente com sua banda em restaurantes e bares, buscando o reconhecimento por seu trabalho.


Um nome pra vocês.. Michael Pitt...  um dos caras que acho mais lindo nesse planeta! Este é um filme surpreendente, e apesar de ser completamente musical, o personagem vai nos cativar com seu entusiasmo, sua garra e sua vontade de amor e fama... o filme teve tanta fama que o musical persiste ate hoje, sendo apresentado ate com o neil patrick interpretando hedwig <3 p="">


3 - Cobain - Montage of heck


Ok, vocês não tem idéia de quanto eu esperei pelo lançamento desse filme, e cada minuto de espera valeu a pena. Mesmo que você não seja um enorme fã de nirvana, ao assistir vai desejar que esse diretor faça o filme póstumo sobre a sua vida. Fotografia maravilhosa, trilha sonora maravilhosa com diversas versões, material nunca visto antes.
Eu fico me perguntando como é que a Courtney love ainda não faturou uns bons milhões com todo o material que ela tem do cobin, só as escuturas ali já li renderia uma grana confortavel.. e meu sonho era mexer naquelas caixas, ler dirio por diario, ouvir fita por fita, ver vhs por vhs... esse é o primeiro documentario que foco no lado mais humano do kurt, e principalmnte sua vida particular, atrs dos palcos... mas ainda sonho com o dia que veremos o David Grhol se abrir sobre kurt, já que ele tem alts trevas com a Sr. Love, Como kris novoselic também tem, e deu pra ver que sua participação foi bem pra não passar em branco sem algum membro do nirvana.


O legado musical de Kurt Cobain influenciou milhares de bandas e milhões de pessoas. Sua vida meteórica têm despertado a curiosidade de fãs e curiosos. Em “Kurt Cobain: Montage of Heck” (2015), Brett Morgen conta a trágica história do vocalista do Nirvana, desconstruindo lendas, respondendo perguntas e deixando os dilemas certos no ar. O documentário é o primeiro filme a ser autorizado pela família depois da morte do músico.

Munido de uma investigação detalhista da biografia e intimidade de Cobain, o documentário percorre seus traumas e sentimentos. Para entrar fundo nos diários e gravações pessoais de Kurt, Morgen contou com a ajuda crucial de Frances, única filha de Cobain. A distância de Courtney Love da produção do filme (a viúva só participou como entrevistada) jogou papel importante na garantia de neutralidade quanto ao tema do suicídio do artista, uma vez que até hoje muitos fãs e especialistas suspeitam ou afirmam que Love teve parte central na morte do seu ex-marido.

Montage of Heck registrou os diferentes pontos de vista daqueles que conviviam com o astro, insinuando as debilidades, virtudes, convergências e contradições presentes em suas comoventes declarações. A crítica à mídia, o uso de heroína e a paixão por Love receberam atenção especial. Kurt é apresentado como uma pessoa vitimada por uma infância e adolescência infelizes, mas o roteiro não foi complacente com o vitimismo: os erros do protagonista atravessam o filme do começo ao fim, escancarando ao público um ser humano amargurado e frágil que não teve capacidade de superar seus problemas. Ainda assim, a franqueza, inteligência e bom humor de Cobain são evidenciados em cenas admiráveis.


“Descobri o que nunca ninguém viu. Por exemplo: o Kurt romântico” — disse Morgen / cena do filme Kurt Cobain: Montage of Heck – Brett Mogren


 “É a coisa mais próxima que se tem de Kurt contando a própria história.” […] Ele estava no ponto em que, eventualmente, tinha que sacrificar o que ele era em nome de sua arte, porque o mundo pedia isso.” – disse Frances Bean Cobain em entrevista, referindo-se ao filme.

Kurt foi suicidado pelo mundo? Morgen parece indicar, com sutileza e elegância, outra tese: o eterno menino Kurt foi se suicidando pouco a pouco porque jamais suportou a sensação de se sentir humilhado e rejeitado, fosse pelos pais, pelos colegas de escola, pelos jornalistas ou pela esposa.

fonte: http://www.cartapotiguar.com.br/2015/05/18/montage-of-heck-o-lento-suicidio-de-kurt-cobain/


4. Jimi - Tudo a meu favor


Me parece que houve outro filme anterior a esse sobre o guitarrista JIMI HENDRIX, que lançou sua carreira para o mundo a partir de Londres, na Inglaterra, apesar de ser americano e de origem índia e negra. Dizem que nesse filme anterior teria sido mostrada a faceta mais afoita de Hendrix pelas drogas aonde o mais "leve" que ele usava era a maconha. Aqui, em JIMI - TUDO A MEU FAVOR, fizeram um filme meio "chapa branca", amenizando essa loucura alucinógena toda dele. Jimi Hendrix, no filme, aparece muito mais como um cara cool (ou até cold, frio) do que um drogado. Está sempre de bem com a vida, sorrindo, IRRITANTEMENTE tranquilo, mesmo diante da casa caindo. O que pode ter sido jeito que o diretor e o roteirista arranjaram de mostrar as "viagens" dele com as drogas, não explícitamente. Ou seja, ele não estava tranquilo, mas chapado. Seja como for, ele foi e ainda é considerado o maior e melhor guitarrista da história do rock mundial, ainda que (segundo ele próprio) não tivesse rótulos e também tocasse blues e até arranhasse um jazz. Despreocupado ao extremo com as mulheres que o rodeavam; com dinheiro; com a carreira e até, para incômodo dos ativistas negros londrinos, despreocupado com as questões raciais. Eles diziam que Jimi devia parar de tocar para e andar com garotos brancos e ele respondia que "meu público são todas as pessoas, não penso em raça ou em cor", no que seria uma espécie de anti-racismo negro contra os brancos ou, no mínimo, uma política de não revidar o já tradicional racismo branco contra os negros. Como o filme é mais britânico e irlandês do que americano; e as performances dos atores daquela região não são as minhas preferidas, a gente não tem bons (ou boas, na maioria mulheres) coadjuvantes para o ator ANDRÉ BENJAMIN que faz o papel principal (e o faz bem). O melhor do filme são os magníficos solos de guitarra (mesmo que eventualmente sejam feitos em playback) e até o espanto e incômodo que Hendrix causou em gente do quilate de Eric Clapton; inglês e que já fazia sucesso na época. O filme começa e termina antes do concerto de rock em Monterey, com a volta de Hendrix aos EUA e, ali, o inicio do  seu sucesso (breve, já que ele morreu logo em seguida, dois meses antes de completar 28 anos). Desconte as "trapaças" de roteiro para suavizar e personagem e curta o filme.

fonte: http://bundanapoltrona.blogspot.com.br/2015/04/filme-jimi-tudo-meu-favor-jimi-all-is.html
(origem da sinopse abaixo: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-207485/)



O filme foca no período em que Jimi Hendrix (Andre Benjamin) iniciou sua carreira como guitarrista de apoio em clubes de Nova York. Ele é descoberto por Linda Keith (Imogen Poots), uma modelo apaixonada por música que na época namorava o guitarrista Keith Richards (Ashley Charles). Ela acredita no potencial de Hendrix e o convence a se mudar para Londres e gravar um disco, que seria o clássico "Are you Experienced", com a banda Jimi Hendrix Experience. O filme termina um pouco antes da clássica apresentação de Hendrix no Monterey Pop Festival, onde a uma apresentação flamejante e uma guitarra em chamas entrariam para a história do rock & roll.


5 - The Runnaways


Ok, digamos que enrolei muit para ver esse filme por que eu não consigo olhar para a cara daquela mina sem lembrar de crepusculo
O filme me tirou a imagem de Bad que eu tinha da Joan Jett e remeteu ao que acontecia muito no mundo do rock; as pessoas consumiam muito rock, as pessoas estavam querendo o rebelde, o desajustado, não sabemos tocar, mas somos cool, vamos ter uma banda.. e no final ainda dava certo

Mas de qualquer forma achei interessante saber um pouco ais da banda, e da personalidde das gurias, afinal nunca imaginei a Lita Ford como barraqueira ciumenta

Los Angeles, 1975. Joan Jett (Kristen Stewart) tinha o sonho de montar uma banda de rock, formada apenas por mulheres. Ela encontra apoio em Cherrie Currie (Dakota Fanning), que integra a banda, e no empresário Kim Fowley (Michael Shannon). Com ele as integrantes da banda The Runaways levam uma vida desajustada e, apesar de apresentarem um som cru, alcançam o sucesso graças ao talento de Joan e o visual sensual de Cherie.

Bem pessoal, por hoje é só, espero que tenham gostado das indicações, e podem deixar as indicações de vocês nos comentarios que vou adorar conhecer filmes novos
Beijos e até a proxima dica

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::Akasha Lincourt::

Akasha Lincourt... Taurina, Bipolar, 27 anos, sem enquadramento social, mas com ótimas lentes 50mm distorcidas ao invés de olhos. Apaixonada pela vida, pela arte, pela moda alternativa e pela estrada...

"VIVA RÁPIDO. MORRA JOVEM. SEJA SELVAGEM. E SE DIVIRTA!

Eu acredito no país que a América costumava ser. Acredito na pessoa que quero me tornar, acredito na liberdade da Estrada aberta. E meu lema é o mesmo de sempre. "Acredito na gentileza de estranhos. E quando estou em guerra comigo mesma – dirijo. Apenas dirijo."

Quem é você? Você está em contato com todas as suas fantasias mais sombrias? Você criou uma vida para si mesma onde é livre para experimentá-la?

Eu criei. Sou maluca pra caramba. Mas sou livre"

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